O Dia do Pai é mais uma dessas derivas com omissão do santoral e propaganda ideológica de novos missais.
Esta manhã a progressista emissora nacional apregoava no éter o corolário a que chegámos: fundada numa reportagenzeca de encher jornal (cf. Marta Cerqueira, «Pais do século XXI são afectuosos, mudam fraldas e dão a papa», jornal I, 18/III/15), o dia do pai resulta já em, nada mais nada menos, que... emancipação da mulher.
O pai de João Miguel Tavares nunca mudou uma fralda [...] A «parte chata» de dar papas, escolher a roupa, pôr a dormir e dar banho é dividida de forma quase igualitária com a mulher: «Digo quase porque a mulher continua a mandar mais dentro de casa.»
Ora bem!... Levem lá a bicicleta.

(A bicicleta como naperon da emancipação da mulher em...)
Agora que o meu vizinho do 5º. andar já consumou o casamento com o meu vizinho do 6º. andar, não percebo porque é que continuam a recusar-me o casamento com a minha porca, com quem já coabito há três anos...
ResponderEliminarOra nem mais. Tem toda a razão!
ResponderEliminarO fervor desses beatos polìticamente correctos lá tem as suas falhas...
ResponderEliminarCumpts.
Eu cá, sempre tive um apreço muito especial por pessoas que andam de bicicleta; e se forem do belo sexo, ainda mais.
ResponderEliminarA porra é que isso é politicamente incorrecto, pelo que retiro o belo sexo e ponho o belo... Género! Assim, nada a estranhar que eles vão mudar as fraldas aos pequenotes enquanto que elas vão mudar o pneu das ditas; esta súcia do PC (politicamente correctos) manifestamente não tem qualquer ideia do que seja a teoria económica das vantagens comparadas.
Cumpts
Diz muito bem. Mas já vê, são mesmo assim a útil bicicleta e o belo sexo acrescentados ao panfletarismo das ideologias revolucionárias.
ResponderEliminarEstes é que comem tudo e não deixam nada.
Cumpts.
Tirou-me as palavras da boca... quero dizer da pena... quero dizer do teclado. :)Estas modernices têm destas coisas.
ResponderEliminarCumpts
:)
ResponderEliminarCumpts.