Não tenho nada contra o comércio justo, mas tabelar um saco de plástico sem nada dentro a vinte mil réis é esbulho. -- E que temos nós? -- Um governo eleito que o torna lei e se apropria torcionàriamente do produto do esbulho. Roubo legalizado com legitimidade democrática, portanto.
A única circunstância em que seria justo pagar vinte mil réis por um saco plástico era para o enfiar de seguida no bestunto do legislador que evacuou tal ideia por mor de salvar o planeta. Um atilho à volta do cachaço e livrávamos definitavamente o planeta dum camadão de emissões nocivas. Tão ambiental e sustentável que era limpinho!...
Adenda pelo leitor Joe Bernard em 15/II/15 às 11:23:
Mais grave: Além de ser um imposto disfarçado, como o «imposto verde» nos combustíveis, é mais a prova provada que o 1.º ministro é um mentiroso, quando afirmou que em 2015 não iria haver aumento de impostos. Mas sabemos que o dito é um mentiroso compulsivo, tal e qual o seu gémeo n.º 44!
Pior ainda. Desses «impostos verdes» uma percentagem ínfima vai para a defesa do ambiente!
A percentagem e sua repartição das receitas resultantes da cobrança da contribuição sobre sacos de plástico constitui receitas, respectivamente para:
- a) 75 % para o Estado;
- b) 13,5 % para o Fundo para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade
- c) 8,5 % para a Agência Portuguesa do Ambiente;
- d) 2 % para a Autoridade Tributária;
- e) 1 % para a IGAMAOT - Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
(Nota de 20$00, Ch. 7 -- Santo António, do Banco de Portugal, em Moedas.Org)
Mais grave: Além de ser um imposto disfarçado, como o "imposto verde" nos combustíveis, é mais a prova provada que o 1º Ministro é um mentiroso, quando afirmou que em 2015 não iria haver aumento de impostos.
ResponderEliminarMas sabemos que o dito é um mentiroso compulsivo, tal e qual o seu gémeo nº 44!
Pior ainda: Desses "impostos verdes" uma percentagem ínfima vai para a defesa do ambiente!
A percentagem e sua repartição das receitas resultantes da cobrança da contribuição sobre sacos de plástico constitui receitas, respectivamente para:
a) 75 % para o Estado;
b) 13,5 % para o Fundo para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade;
c) 8,5 % para a Agência Portuguesa do Ambiente;
d) 2 % para a Autoridade Tributária;
e) 1 % para a IGAMAOT - Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Estes mandaretes, além da missão que os poderes internacionais lhes dão, têm carta branca no mais para calcarem o indígena no que lhes melhor sirva. Um inferno, esta escumalha!
ResponderEliminarCumpts.
Boa noite,
ResponderEliminarlembro-me bem dessas notas de 20$00 e dumas com o Almirante Gago Coutinho. Salvo erro saíram de circulação em 1985/86 para dar lugar às moedas. Lá está, essas notas vinham ainda do tempo obscuro da longa noite fascista, logo era para apagar.
Respondido.
ResponderEliminarCumpts.
Bom dia,
ResponderEliminarestava convencido que essas notas eram pré 74. Estava enganado, obrigado por mais uma lição de História caro Bic .
Obrigado eu do mote.
ResponderEliminarCumpts.