Restauradores, cerca de 1956. No Condes o drama «Suspeita» (título original «Obsession») com Michèle Morgan e Raf Vallone. Na base do obelisco três agentes da tenebrosa P.I.D.E. vigiam opressivamente um perigoso suspeito que conspira pela liberdade ali mais à esquerda (lado sempre suspeito). O imberbe antifascista resvalara na tentação panfletária de pintar um subversivo mural de néon por cima do Condes anunciando a futura obra socialista democrática d' A CRIL.
Restauradores, Lisboa, c. 1956.
Amadeu Ferrari, in Archivo Photographico da C.M.L.
.. e não fôsse o mini antifascista tentar fugir pelo lado oposto, já se perfilam ao longe mais três agentes da tenebrosa, saídos à sorrelfa do infalível carro preto. Um Bom Ano
ResponderEliminarIsso mesmo. A tenebrosa P.I.D.E. deslocava-se sempre em infalíveis carros pretos; quando não... era de táxi.
ResponderEliminarObrigado!
Ano bom!
O plano da CRIL vem dos tempos do fasscismo
ResponderEliminarSim, mas fazer um plano destes era só para disfarçar. O que o fassismo gostava quando se levantavam pela manhã era oprimir o povo. Até se levantavam cedinho para começar depressa...
ResponderEliminarCumpts.
Melhor isso do que um que eu cá sei que, antes de se deixar dormir, assim à laia de soporífero, assinava umas dezenas largas de condenações à morte, porque sim, e porque isso o fazia dormir melhor; mas disso não falam os “antifassistas”, claro!
ResponderEliminarCumpts