Anteontem passei de raspão no noticiário da Anna Lourença e ouvi um manuel dos Espíritos Santo dizer que naquilo dos submarinos «eu não intervi». Repetiu-o e ficou claro que não quando lhe ouvi «quem interviu foi a E.S.C.O.M.».
Bom, ele não interviu mas intervejo eu (eu intervejo, tu intervês, &c.; do verbo interver...) e intervedes vós que o caso deste manuel dos Espíritos Santo não foi de submarinos; foi de somarinos, pois o único que lhe calhou em trabalho foi ele somar...
Cuidei de mim para mim que isto havia de ter o seu quê de imoral: vá lá da justiça de alguém somar só porque sim, só porque calhou em estar para ali sem mais, sem sequer haver de comprar bilhete da lotaria antes nem nada! Òbviamente equivoquei-me nesta ideia porquanto ontem passei novamente de raspão no noticiário da Anna Lourença e ouvi-a dizer, exactamente como escrevo, que aquilo dos submarinos havia já, afinal, «prescrevido».
Vamos ver que a moral passou do prazo, vai daí somar por nada.
Dinheirama a jorrar ...
Viver num país em que os banqueiros recebem um milhão sem saber porquê é obra...mas que mais me irá acontecer...só me falta ver o Mr.ED (o cavalo que fala) a apresentar o Telejornal da TVI quando acabar a Casa das Putas....
ResponderEliminarEsta gajada tem toda uma lata...
ResponderEliminarCorrupção é isto. Não se darão conta?
ResponderEliminarCumpts.
E cavalgaduras nos telejornais não faltam. Hoje uma dessas, convidada paga, dizia que «hão-de haver coisas». -- Ah pois hão! Mas é qu' hão mesmo!...
ResponderEliminarCumpts