Da reforma anterior (1943) que o Brasil tomou para si ignorando o Acordo Ortográfico de 1945, no vocabulário ortográfico (orto-?) da Academia Brasileira de Letras (dito da língua portuguesa) há mais de duzentas entradas com o radical «electr-». -- Já aqui dele falei. -- Há «electrônica», «electrocussão, «electrão»; há compostos jaculatórios como «electrojacto» e «electrojato» (este notoriamente menos jactante); há compostos culturais como «electrocultura»; há «electrodiálise», «electrotomia», «electrodissecação», «electropositivo», «electrodinâmica» e «electrostática»...
Há até -- calculem bem! -- o singelo «eléctrico», bom para molhadas na terra do bonde...
Bonde de São Januário
Leva mais um otário
Só eu não sei trabalhar...
E bom, paradoxalmente chocante é haver tudo isto e mais a «electrogénese» no V.O.L.P. da A.B.L., sem ali haver «electricidade»! -- Só admitem «eletricidade», lá, os entendidos.
Sucede que o V.O.P. do I.L.T.E.C. admite toda a tralha do Sítio do Pica-pau Amarelo com o radical «electr-» sem admitir também, «electricidade». O Lince comeu só alguns «cc» e engasgou-se. Foi porque de entrada papou os cérebros do I.L.T.E.C.
(Imagem e palavras à conta do subúrbio do Rio...)
I.L.T.E.C = Iletrados (das) luminárias, trengóides eivados (de) caboclismo???
ResponderEliminarQuanto ao lince, é animal demasiado finório para se alimentar de vacuidades; se calhar comeu-lhes mas foi a coluna vertebral, à laia de sobremesa gelatinosa. Apre!
Cumpts
O lince é a mascote que lhes garante a mama da subvenção.
ResponderEliminarPara que serve o I.L.T.E.C.?
Cumpts.