Em 1770 ainda se publicava em Paris a 7.ª ed. do Abrégé de la Grammaire Françoise, do sr. Wailly, «revista e augmentada», cuja ensinava o imperfeito de aimer como amois, aimois, aimoit....
Em 1807 houve, em fim, um Nouvel Abrégé de la Grammaire Française, onde françoise (adj.) se vertera em française, mercê da mudança de entoação desse ditongo no séc. XVIII. Nos imperfeitos dos verbos, porém, mantinha-se na grafia o ditongo oi provando que a orthographia dum idioma segue o seu curso, mas, leva o seu tempo. Não é para andar constantemente remexida, mormente por humores de política jacobina.
A orthographia segue o devir da linguagem, vai-se afeiçoando a ela. — Ou devia...
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
A orthographia e os humores jacobinos
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Parabéns. Interessantíssima informação sobre a evolução da língua francesa.
ResponderEliminarEm França, segundo alguns Mestres, passa-se o mesmo abandalhamento da sua língua. E este desaforo já vem desde há 30 anos e está para durar! Exactamente como cá...
Maria
Très curieux...
ResponderEliminarMerci de votra érudition et de votre recherche!
Je vous en prie!
ResponderEliminarProduto das mesmas lojas...
ResponderEliminarObrigado!
Exactíssimamente...
ResponderEliminarMaria
Oc!
ResponderEliminarMais vous vous trompez, Messieurs; ici, on s’en occupe de la Langue Portugaise, donc, vous êtes hors de place !
Salut!
Melhor, exactìssimamente:) E Lojas, pois claro. Literalmente...
ResponderEliminarMaria