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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A censura era dantes

 O Papillon tornou hoje ao microfone da emissora nacional onde tem púlpito e conezia. De que se lembrou de falar? Do ex-administrador de toilette Nuno de Matos, do ex-B.E.S., mai-lo seu inacreditável solfejo ao «I» na semana passada.
 Pois o Papillon cá nos papagueou gravemente, hoje (Contas do Dia, Antena 1, 8/IX/2014), do administrador «verbo de encher», aferiu-lhe a remuneração (com mais demagogia que rigor) pelo ganho anual de «80% dos portugueses», mas, admiràvelmente omitiu o maior trabalhinho que o não-executivo afinal executou...

6 comentários:

  1. M.Martins9/9/14 01:56

    Fácil,Emmanuel Macron foi um banqueiro dos Rothschild,e esteve na reunião secrèta Bilderberg Meetings,o descendente do tal que enviou a fatal mensagem .Dêem-me o control do dinheiro e fico-me nas tintas para os que fazem as leis...lêr politicos;metem os "pions" nos lugares que lhes trazem lucros subestanciais e que são copias perfeitas de Brutus,etc,etc,etc hoje Rasmunsen, Barretos e outros que nem vale a pena de os citar.Cumprimentos...vou ouvir para me apaciguar os neurinos.Bach Toccata and fugue in orga

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  2. Joe Bernard10/9/14 16:52

    Nem comento, pois não comentar... é comentar!

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  3. Exactamente. Como contrariar essa ordem de coisas é que não sabemos.
    Cumpts.

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  4. os advérbios de modo não levam acento

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  5. Peço desculpa de me intrometer mas devo informar que todas as palavras/tricílabos acentuadas tònicamente com acento agudo, como neste caso o é o adjectivo "admirável", quando passam a polissílabos o seu acento agudo passa obrigatòriamente, conservando-se na mesma sílaba, a acento grave (repito, obrigatòriamente, isto se quisermos respeitar a acentuação na escrita do português correcto) - conforme se adverte no Dicionário da Língua Portuguesa, 5ª Edição, Porto Editora.
    Maria

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