Há uma semana dei em pôr cá Los Piconeros. A dobrar, porque me encantei da canção: uma vez foi a Sarita Montiel, outra a Imperio Argentina, em duas versões da mesma história. A de Sarita Montiel é mais hollywodesca, a de Imperio Argentina (aliás Magdalena del Río) é mais tradicional, mais andaluza. Duma a outra, como não sabia escolher, acabei pondo ambas, pronto.
Como não há, todavia, duas sem três, torno este serão a Los Piconeros. A versão agora não é hollywodesca nem sevilhana: vem com guitarras de fado; uma gravação em 78 r.p.m., das primeiras de Amália na Continental aquando da sua digressão ao Brasil em 1945. Para mim a melhor de todas.

Graphonolla, Lisboa, [s.d.].
Estúdio de Mario Novaes: 1933-1983, in Bibliotheca de Arte da F.C.G.
O meu rapaz em 1998,quando regresei d'Africa tinha uma supresa para mim.Um cd com o nome as Senhoras do Fado,1925-1945 mas na photo do gramophone é o quadro elétrico que me faz lembrar o meu Convento das Bernardas.Os Fados da grande Amalia eu tenho os todos.Cumprimentos
ResponderEliminar«Los Piconeros» é a 3.ª desse disco, verdade?
ResponderEliminarCumpts.