Bem sei que o assunto candente do momento é aquilo e já não é isto, mas como me passaram debaixo da vista «Os Excentricos do Meu Tempo», obra curiosa (e também já ela pouco candente) de Luiz Augusto Palmeirim, surgiu-me a destempo uma associação de ideias.
Quando o velho actor Matta-Castelhanos era o último representante exímio da arte velha do teatro português, deu ele em ensiná-la, por reconhecida amizade, ao neófito actor Izidoro. Entre as qualidades mais apreciáveis num actor em cena -- pisar bem, preparar a entrada, gesticular e quadrar-se bem, &c. -- havia de saber cair bem:
Não é a política um palco?
É de certeza, Caro Bic. E de ópera bufa de quinta...
ResponderEliminarAbraço amigo.
Ora nem mais.
ResponderEliminarO pior é que os espectadores pagam um preço diabólico, e os actores, riem, riem, riem...!
Realmente...
ResponderEliminarCumpts.