Eu não acredito que em 1950 a Praça de Londres ainda permanecia neste estado primário e um ano depois já se apresentava no espanto que se vê abaixo!! Isto tudo num só ano?!? Será possível? Fabuloso. É só comparar os fantásticos projectos e as competentes obras do Regime anterior e a rapidez e perfeição como eram executadas, com os prazos sempre cumpridos e os orçamentos nunca ultrapassados..., com as 'obras' públicas deste regime por interposta Câmara de Lisboa: comecemos pelo derrube de centenas, senão milhares, de belas moradias e edifícios antigos de estruturas sólidas e materiais nobres, para os substituir por mamarrachos do pior e materiais do mais piroso e vulgar que há (tipo Las Vegas e Dallas-Texas, país que dizem hipòcritamente odiar mas é de lá que os mesmos copiam todas as modas e vivências), depois temos os passeios cheios de desníveis porque mal e porcamente calcetados, os pavimentos das ruas e avenidas pèssimamente alcatroados quando não cheios de remendos por todo o lado, remendos que passados poucos meses e depois de terem sido tapados uma e outra vez, (isto até a Câmara se dignar remendá-los de novo, bem entendido..., o que pode acontecer meses ou anos depois..., há tempos a Câmara procedeu ràpidamente à reposição de alcatrão novinho em folha nas inúmeras ruas e avenidas de Lisboa... exclusivamente para ganhar as eleições!..., passado pouco tempo já quase todos os pavimentos se encontravam novamente em mísero estado) regressam aos buracos iniciais, nesta altura muitos deles transformados em autênticas crateras, com o perigo inerente tanto para os veículos ligeiros como para os pesados (estes aumentando-os exponencialmente) como para os transeuntes que por lá necessitem de passar, como por exemplo, para atravessar as ruas, já que as próprias zebras os conservam tal e qual.
Agora atentemos no que, neste particular, se passava com o Regime anterior: sempre atento às necessidades habitacionais da população a par do desenvolvimento sustentado da cidade, a constante preocupação com o alojamento da que ia aumentando com o decorrer dos tempos, a obrigatoriedade por Lei de a cada sete anos proceder-se a obras de restauro nas fachadas de todos os edifícios da cidade, aliás sempre rigorosamente cumprido, o cuidado permanente em conservar passeios, ruas e avenidas, estatuária, jardins públicos, fontes, etc., estas últimas sempre limpas e em funcionamento e o restante em perfeito estado de conservação.
O desleixo criminoso e imperdoável que a Câmara Municipal tem devotado à cidade de Lisboa com a construção autorizada dos piores mamarrachos jamais vistos em Portugal e o estado miserável em que se encontram outros tantos edifícios cujo abandono propositado durante anos e anos provoca uma decadência acelerada que não estranhamente é altamente desejada pelos interesses instalados na Câmara e não só. O objectivo para este desaforo é perfeitamente conhecido.
Em meados de 45 ainda a Av. de Roma, ali adiante, ia nas terraplanagens... Da seriedade e recta intenção de outrora, campeia hoje a ganância e o desmazelo. Cumpts.
Eu não acredito que em 1950 a Praça de Londres ainda permanecia neste estado primário e um ano depois já se apresentava no espanto que se vê abaixo!! Isto tudo num só ano?!? Será possível? Fabuloso.
ResponderEliminarÉ só comparar os fantásticos projectos e as competentes obras do Regime anterior e a rapidez e perfeição como eram executadas, com os prazos sempre cumpridos e os orçamentos nunca ultrapassados..., com as 'obras' públicas deste regime por interposta Câmara de Lisboa: comecemos pelo derrube de centenas, senão milhares, de belas moradias e edifícios antigos de estruturas sólidas e materiais nobres, para os substituir por mamarrachos do pior e materiais do mais piroso e vulgar que há (tipo Las Vegas e Dallas-Texas, país que dizem hipòcritamente odiar mas é de lá que os mesmos copiam todas as modas e vivências), depois temos os passeios cheios de desníveis porque mal e porcamente calcetados, os pavimentos das ruas e avenidas pèssimamente alcatroados quando não cheios de remendos por todo o lado, remendos que passados poucos meses e depois de terem sido tapados uma e outra vez, (isto até a Câmara se dignar remendá-los de novo, bem entendido..., o que pode acontecer meses ou anos depois..., há tempos a Câmara procedeu ràpidamente à reposição de alcatrão novinho em folha nas inúmeras ruas e avenidas de Lisboa... exclusivamente para ganhar as eleições!..., passado pouco tempo já quase todos os pavimentos se encontravam novamente em mísero estado) regressam aos buracos iniciais, nesta altura muitos deles transformados em autênticas crateras, com o perigo inerente tanto para os veículos ligeiros como para os pesados (estes aumentando-os exponencialmente) como para os transeuntes que por lá necessitem de passar, como por exemplo, para atravessar as ruas, já que as próprias zebras os conservam tal e qual.
Agora atentemos no que, neste particular, se passava com o Regime anterior: sempre atento às necessidades habitacionais da população a par do desenvolvimento sustentado da cidade, a constante preocupação com o alojamento da que ia aumentando com o decorrer dos tempos, a obrigatoriedade por Lei de a cada sete anos proceder-se a obras de restauro nas fachadas de todos os edifícios da cidade, aliás sempre rigorosamente cumprido, o cuidado permanente em conservar passeios, ruas e avenidas, estatuária, jardins públicos, fontes, etc., estas últimas sempre limpas e em funcionamento e o restante em perfeito estado de conservação.
O desleixo criminoso e imperdoável que a Câmara Municipal tem devotado à cidade de Lisboa com a construção autorizada dos piores mamarrachos jamais vistos em Portugal e o estado miserável em que se encontram outros tantos edifícios cujo abandono propositado durante anos e anos provoca uma decadência acelerada que não estranhamente é altamente desejada pelos interesses instalados na Câmara e não só. O objectivo para este desaforo é perfeitamente conhecido.
Parabéns pelas belíssimas fotografias.
Maria
Em meados de 45 ainda a Av. de Roma, ali adiante, ia nas terraplanagens...
ResponderEliminarDa seriedade e recta intenção de outrora, campeia hoje a ganância e o desmazelo.
Cumpts.