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domingo, 18 de maio de 2014

Mal-me-queres em casa


S. Jorge de Arroios. (c) 2014

4 comentários:

  1. Marcos Pinho de Escobar20/5/14 16:38

    Belas encadernações ali ao fundo, Caro Bic.
    Abraço amigo.

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  2. Que lindos malmequeres (pode grafar-se assim?...) e pelo seu belo aspecto, que bem cuidados deverão ter sido antes de colhidos e colocados na jarra:)
    Parabéns ao seu ou sua cuidador/a.

    E esse candeeirinho mesmo ao lado, é daqueles que em tempos idos eram a petróleo? Parece. Pergunto, porque acho-lhes muita piada, tenho prà'qui dois desses bem antiguinhos e bem bonitinhos.
    Maria

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  3. «Malmequeres» deve grafar-se assim. Por acaso fui eu que os pus na jarrinha; os pombos resoveram espojar-se no vaso e partiram-lhes o caule. Assim salvaram-se.

    O candeeirinho é uma miniatura que alguém nos trouxe da Tunísia. Mas há tenho aqui um à janela que a minha mãe guardou de meu avô. Ainda me não lembrou de o fotografar.

    Obrigado!

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  4. Umas «Jornadas» de Brito Camacho, duas primeiras edições de Torga («Vindima» e «Novos Contos da Montanha»), «A Estrada de Sacavém» (uma raridade olisipográfica, eu me parece) e 3 vols. das «Ruas de Lisboa» de Gomes de Brito.

    Estão as encadernações bem para os livros, perdoe-se-me a vaidade.

    Cumpts.

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