[...] Nestas condições, normal seria que a jornalice espaventasse o escândalo, matéria de higiene urbana e saúde pública. Dorme, porém, descansado o presidente da Câmara. O homenzinho ajunta ser socialista a ser monhé, duas qualidades fundamentais que lhe garantem a imunidade jornalenga [...] A imprensa não quer enfarruscar as ambições políticas do cavalheiro. Lisboa já lhe fica curta nas mangas e inodora nas narinas. Tarde ou cedo, há-de perfumar de lixo o país inteiro.
Bruno Oliveira Santos, «Lisboa, a capital do lixo», in Biblioteca, 28/XII/13.
Imagem da porcaria que preside a Lisboa, in Biblioteca.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Da imundície imune
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Nada de muito novo, só a quantidade é que muda.
ResponderEliminarTodos os dias Lisboa mete nojo e ninguém faz ou diz nada.
É verdade. O jornalismo panfletário só se dedica a causas nobres. A estrumeira em que Lisboa se tornou não lhe interessa.
ResponderEliminarFeliz anno nôvo!
É o lixo, é o abate indiscriminado de árvores, é o estacionamento em cima das passadeiras. Poderia estar aqui ad eternum a apontar a obras destes pedreiros de avental.
ResponderEliminarCaro Bic Laranja
ResponderEliminarNão é meu costume fazer comentários desta natureza, mas já se está ultrapassando tudo e todos, por alguns ...
Qualquer comentário às acções da nova "ditadura do proletariado" ou melhor ... da "ditadura do funcionalismo público e funcionários de empresas do Estado", que continuam a ser a classe preveligiada deste país, só superada pela classe do Tribunal Constitucional (exemplo nacional de equidade), e ás quais o restante povo (uns milhões ... e pagantes) está indefeso, é pura perda de tempo, infelizmente.
Os meus cumprimentos
José Leite
perto de onde moro, no meu recanto andei a publicar umas fotos com a nova imagem de Portugal, melhor a imagem do governo de Portugal
ResponderEliminarBem verdade. A trampa brota das cabeças desses regentes directamente para os passeios da cidade.
ResponderEliminarVómito de gente.
Feliz anno novo!
Bem sei e é certíssimo o que me diz. Mas que faria eu por se até o desabafo houvesse de calar, por inconsequente?...
ResponderEliminarCumpts.
Do seu comentário vem a propósito dizer aqui que todas as árvores do Largo do Leão, a Arroios, foram cortadas. Se foi por moléstia, importa notar que as adjacente da Av. Manuel da Maia e da Rua Visconde de Santarém não sofreram o radical «tratamento».
ResponderEliminarA moléstia deve estar em quem mandou cortar, portanto...
Feliz anno novo!