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domingo, 29 de dezembro de 2013

Da imundície imune


 [...] Nestas condições, normal seria que a jornalice espaventasse o escândalo, matéria de higiene urbana e saúde pública. Dorme, porém, descansado o presidente da Câmara. O homenzinho ajunta ser socialista a ser monhé, duas qualidades fundamentais que lhe garantem a imunidade jornalenga [...] A imprensa não quer enfarruscar as ambições políticas do cavalheiro. Lisboa já lhe fica curta nas mangas e inodora nas narinas. Tarde ou cedo, há-de perfumar de lixo o país inteiro.


Bruno Oliveira Santos, «Lisboa, a capital do lixo», in Biblioteca, 28/XII/13.



Imagem da porcaria que preside a Lisboa, in Biblioteca.


8 comentários:

  1. Nada de muito novo, só a quantidade é que muda.
    Todos os dias Lisboa mete nojo e ninguém faz ou diz nada.

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  2. É verdade. O jornalismo panfletário só se dedica a causas nobres. A estrumeira em que Lisboa se tornou não lhe interessa.
    Feliz anno nôvo!

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  3. É o lixo, é o abate indiscriminado de árvores, é o estacionamento em cima das passadeiras. Poderia estar aqui ad eternum a apontar a obras destes pedreiros de avental.

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  4. José Leite30/12/13 15:12

    Caro Bic Laranja

    Não é meu costume fazer comentários desta natureza, mas já se está ultrapassando tudo e todos, por alguns ...

    Qualquer comentário às acções da nova "ditadura do proletariado" ou melhor ... da "ditadura do funcionalismo público e funcionários de empresas do Estado", que continuam a ser a classe preveligiada deste país, só superada pela classe do Tribunal Constitucional (exemplo nacional de equidade), e ás quais o restante povo (uns milhões ... e pagantes) está indefeso, é pura perda de tempo, infelizmente.

    Os meus cumprimentos

    José Leite

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  5. perto de onde moro, no meu recanto andei a publicar umas fotos com a nova imagem de Portugal, melhor a imagem do governo de Portugal

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  6. Bem verdade. A trampa brota das cabeças desses regentes directamente para os passeios da cidade.
    Vómito de gente.

    Feliz anno novo!

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  7. Bem sei e é certíssimo o que me diz. Mas que faria eu por se até o desabafo houvesse de calar, por inconsequente?...

    Cumpts.

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  8. Do seu comentário vem a propósito dizer aqui que todas as árvores do Largo do Leão, a Arroios, foram cortadas. Se foi por moléstia, importa notar que as adjacente da Av. Manuel da Maia e da Rua Visconde de Santarém não sofreram o radical «tratamento».

    A moléstia deve estar em quem mandou cortar, portanto...

    Feliz anno novo!

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