Abalámos de Lisboa com 35º. Temperatura na praia: 25º. Da Rua de N.ª Sr.ª da Praia, a dita parece uma daquelas da Antárctida cheias de pinguins, como vemos nos documentários da National Geographic. Salvos o calor e o colorido dos chapéus de sol, bem entendido. Mas é como ali, aqueles pinguins todos pouco distantes, lado a lado, mergulhando e tornando a terra, lado a lado e pouco distantes, mas sempre estranhos ao pinguim do lado que não conhecem de lado nenhum.
Não me lembro há quanto não tomava banho na Praia das Maçãs, nem sei se tenho nota dele perdida algures...
Estranho não sentir a água fria [19º]. No Algarve, com esta temperatura, não seria só desconsolo, havia de ser arrepio. E no em tanto aqui nem nada.
Praia das Maçãs no dia de S. Lourenço de 2013.
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Praia das Maçãs, [s.d.].
Estúdio de Horácio Novaes, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.
experimente a praia da Foz do Arelho. Desde gaiato que lá vou coma família e temos lá casa. O país a arder no domingo com temperaturas elevadas e ali o sol nem se dignou a brilhar. Um nevoeiro cobria toda a praia. Menos uns dez graus que no resto do país. Um fenômeno!
ResponderEliminarUm fenômeno? Vossemecê deve estar a querer metter-se commigo.
ResponderEliminarCumpts.
Piedosamente, proponho uma alternativa:
ResponderEliminarPode tratar-se, tão-somente, de mais uma vítima desta pandemia de lepra intelectual do malacaca que nos afecta a todos, mas a uns mais do que aos outros.
Cumpts
Vossemecê chama-se Daniel ou Dánieu?
ResponderEliminarCumpts
Queira desculpar mas tal provocação quase não merece resposta. Ainda assim lhe digo que foi um erro provocado pelo corrector automático.
ResponderEliminarNesse caso peço desculpa.
ResponderEliminarCumpts.
Cuidei que fosse este Daniel.
ResponderEliminarCumpts.
Nã Se calhar, caro Bic , a resposta é para mim, dada a posição do comentário, e, por tal razão, merece uma resposta; se tal não acontecer, queira (caro Daniel), por gentileza, não considerar este comentário.
ResponderEliminarQuando lhe fiz a pergunta, foi de boa-fé, já que não é curial que um espaço cultural deste teor seja maculado com essa sorte de Português de contrafacção; se lhe detectou alguma ironia (consciência pesada?), foi subjectivo da sua parte, mas, também eu, e sem qualquer rebuço, lhe peço desculpa, caso a considere sem aplicação neste caso.
Nota final: o seu «corretor» automático também é de contrafacção, portanto prepare-se para mais situações destas, que só evitará se permitir que o seu cérebro regresse à sua função natural e não àquela a que os acorditas reduzem o seu (deles): prolongamento do pescoço.
Cumpts