Na semana passada, na emissora nacional (crismada Antena 1, uma subsidiária da Radiotelevisão Portuguesa Brasileira), deram destaque matinal a um artista baiano. Um rico destaque, como a todos vindos daquelas partes (imagino se aos que vão daqui lá sucede o recíproco).
Na entrevista o cara revolvia-se e revirava-se a explicar o forró que trazia ao Coliseu de Lisboa. Procurava estribá-lo em tradições sanjoaninas «ibéricas» transpostas à Baía.
Ibéricas.
Lá numa vez recompôs o «ibéricas» com um «portuguesas»... Numa única vez.
Não cuido que haja tradição baiana fundada em nada senão substratos índio, negro, e português.
Pois... ibérico?!...
Ibérico aqui é «espanhol» e na pulhice do cabra é habilidadezeca para encobrir o nome «português». -- Não querem lá, pois, ver o jagunço?!...
Talvez me engane, mas gostaria de saber do artolas levar além Badalhouce o seu folclore de Zé Cabra, a ver o comprimento e a cor da passadeira lhe os ibéricos dali poriam. E qual o apoio da Rádio Nacional da Espanha, que dá no mesmo. Gostaria, pois!
(Imagem do «Apoio A1».)
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Negar Portugal com apoio da Antena 1
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UMA ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA PARA PORTUGAL (nota: e outros…)
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Uma NAÇÃO é uma comunidade duma mesma matriz racial onde existe partilha laços de sangue, com um património etno-cultural comum.
Uma PÁTRIA é a realização de uma Nação num espaço.
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Não-nativos já naturalizados estão com uma demografia imparável… leia-se: os 'parvinhos-à-Sérvia' - vide Kosovo - que fiquem na sua…
Resumindo: antes que seja tarde demais, há que mobilizar aqueles nativos europeus que possuem disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência... e... SEPARATISMO-50-50!
{uma obs: se os autóctones europeus não estiverem dotados duma Coligação Defensiva (do tipo NATO)… os nazis made-in-USA aplicarão aos autóctones europeus o mesmo 'tratamento' que foi aplicado aos autóctones norte-americanos}
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P.S.
Nazismo não é o ser 'alto e louro'... mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!...
Os 'globalization-lovers' nazis que andam por aí… buscam pretextos... para negar o Direito à sobrevivência das Identidades Autóctones.
Pelo contrário, os separatistas-50-50 não têm um discurso de negação de Direito à sobrevivência... os separatistas-50-50 apenas reivindicam o Direito à Sobrevivência da sua Identidade… leia-se: os 'globalization-lovers' que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
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P.S.2.
Manifestações não-violentas (à Gandhi) por toda a Europa:
- «Pelo DIREITO À INDEPENDÊNCIA/SOBREVIVÊNCIA contra o NAZISMO-DEMOCRÁTICO».
Nota: Existem mais de 1200 milhões de chineses, existem mais de 1200 milhões de indianos, etc, etc, etc… e… existem Nazis-Democráticos!... Os Nazis-Democráticos insistem em acossar/perseguir qualquer meia-dezena de milhões de autóctones que defenda a sobrevivência da sua Nação/Pátria… leia-se: os Nazis-Democráticos pretendem determinar/negar democraticamente o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA de outros…
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P.S.3.
A CONVERSA DO COSTUME dos nazis made-in-USA
Os 'globalization-lovers'/(anti-sobrevivência de Identidades Autóctones) são uns nazis do piorio:
- veja-se o que os 'globalization-lovers' fizeram aos nativos norte-americanos: houve Identidades Autóctones que sofreram um Holocausto Massivo;
- veja-se o que os 'globalization-lovers' estão a fazer no Brasil aos nativos da Amazónia;
- etc.
Obs: devemos estar preparados para A CONVERSA DO COSTUME dos nazis made-in-USA [nota: estes nazis provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]: "a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia…"
A chamada música que passa na antiga emissora nacional não a oiço, e da EN apenas oiço o futebol aos domingos porque mais nenhuma rádio passa o desporto-rei e não era o filho da minha mãe que ia ver música tão original como pudim instantâneo pago com os nossos impostos e a este senhor que veio de Terras de Vera Cruz, a pseudo-música africana que também tem o apoio da Televisão e Rádio do Estado e que na Praça de Espanha tem o seu grande núcleo de venda, o que me obriga a ligar o mp3, colocar uns auscultadores na cabeça e ouvir música melhor a altos berros cada vez que tenha que ir a Oncologia tratar dos meus achaques.
ResponderEliminarInfelizmente a minha caminhada de hoje revelou uma imagem de pesadelo e lhe deixo a ligação para o artigo que fiz e se quiser republicar a foto no seu canto tem a minha autorização e se precisar do link ou ligação do sapo fotos é só pedir
Gostaria, caro Bic ? E gostaria muito bem, pois que o seu cepticismo é igualzinho ao meu; o mais provável seria o jagunço, (perdão, o sr. ministro, dobre a língua s.f.f.) como muito bem o adjectivou já que disso não passa, ser olimpicamente ignorado, pois que os castelhanos são bem mais nacionalistas e, se calhar, têm desprezo pelos vende-pátrias que por aqui pululam; mas isso sou eu a pensar (penar) alto.
ResponderEliminarVoltando ao jagunço: que há ele para admirar alguém com senso-comum, num sujeitinho que já foi ministro da cultura (não é engano, não, foi mesmo), o que prova que nunca se fez uma panela que não se fizesse um testo para ela) dum país que se quer apossar do nome de uma língua que já foi a deles, já que não tem qualquer capacidade para criar uma de raiz, nem sequer de falar e escrever correctamente a que lhe ofereceram de coração puro e cara lavada, mas que, ao mesmo tempo, tem vergonha de pronunciar o seu nome (é para mudar para brasileiro proximamente?)?
Termino dizendo o seguinte: aqui atrasado, tive o privilégio de ver ao vivo a Mariza no Estádio Municipal de Aveiro; vá lá saber-se por que espúrias razões, a vedeta em (des)apreço cantava logo a seguir; pois bem, o jagunço teve que quase se desculpar por ir cantar a seguir a tal sublime desempenho da predecessora; até aqui tudo bem; o engraçado é que o ruído com que mimoseou a audiência foi de tal qualidade, que para aí metade dela levantou-se e foi-se embora, comigo incluído, naturalmente; senti-me bem!
Cumpts
Embora não venha dali bom vento, sem dúvida o castelhano é orgulhoso. E não lho posso criticar.
ResponderEliminarDepois, sentiu-se V. bem muito bem.
Cumpts.