Edifício a arrimar ao modernismo. -- Leitarias são algo que se esfumou nas pastelarias e nos snack-bar, como os botequins em cafés...
Na rua à esquerda anuncia-se um centro comercial de Alves de Pinho qualquer coisa -- mercearias, loiças, vinhos e tabacos -- logo abaixo dum anúncio à Lusalite -- coberturas, tetos, canalizações, algerozes, vasos, floreiras, reservatórios --, agência e depósito.
Um à-parte: cuido bem que por 1946 a questão ortográfica andava tão volátil como agora. Deve ser daqueles casos sem emenda em que havemos de passar a vida como as vacas, a ruminar...
Costa da Caparica, Portugal, c. 1946.
Estúdio de Mário Novaes, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.
A questão ortográfica de que se queixava,com alguma graça, já em 1930, João Fernandes...
ResponderEliminarhttp://colipoleiria.blogspot.pt/2013/08/erro-com-plexo.html
Quanto à Leitaria Chic, já não me lembro se na década de 50 ainda manteria essa designação.Mas os "aero-geradores"--que se me perdoe a barbaridade,não recordo
ResponderEliminarjá o nome que então tomavam--permaneceram lá ao fundo da rua,à direita,nas três décadas seguintes e serviriam para elevar a água dos poços.
Muito obrigado.
José
A questão ortográfica com o Brasil é a negação dum crioulo em formação. E se mesmo com sua «exelência» o lapicida «municípal» é como é, não há na verdade questão ortográfica. Há é o sexo dos anjos.
ResponderEliminarCumpts.
Moinhos (ou cata-ventos) de bombear águas? -- Mas aeorogeradores também está bem.
ResponderEliminarObrigado eu! Pelo mote e pelo interesse.
Cumpts.