Governo extinguiu Fundação Alter Real
[...] Com cerca de 50 funcionários, a F.A.R. foi criada a [em] 1 de Março de 2007, após a extinção do Serviço Nacional Coudélico, no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado. O projecto da F.A.R. reuniu um grupo de 30 fundadores privados [i.é, particulares] que investiram 50 mil euros cada, além de se comprometerem a pagar uma quota anual superior a dois mil euros. Nos últimos anos, a F.A.R. acumulou um passivo de 2,5 milhões [leia-se dois milhões e meio] de euros e dívidas a empresas prestadoras de serviços [...]
TVI 24, 13/VI/13.
Deixai-me aqui pensar alto.
Em 2007 o Serviço Nacional Coudélico não servia para administrar uma coudelaria com quase 260 anos. Fez-se uma fundação. De 2007 a 2013 a fundação de «30 fundadores privados [i.é particulares]» afundou a coudelaria em dívidas. Está bom de ver o fartote, mas levou cinco anos ao governo a perceber...
Pois siga lá então agora a Direcção Geral de Alimentação e Veterinária ou, por delegação, a Companhia das Lezírias. — Afinal o ordenado dum Director-Geral sempre é tabelado (com tendência para minguar) e já conta no Orçamento do Estado, com ou sem Alter Real a cargo. E ao depois da delegação o salário do presidente da Companhia das Lezírias nem onera mais ninguém pois é tirado do lucro da própria Companhia.
Já remunerar presidentes de fundações e negócios perdulários são alcavalas extras... Cinco anos dele (disso) que ficam agora aí para as pilecas contribuintes saldarem.
Quedemo-nos agora antes com lusitanos...
Pas de trois. Escola Portuguesa de Arte Equestre, Paris, 2006.
(Revisto em 18 às 14h00)
Com esta tropa fandanga não vai ficar pedra sobre pedra; suponho que Genghis Khan deve estar rubro de cólera e de vergonha por não ter conseguido destruir tanto em tão pouco tempo; com uma subtil diferença: este fazia-o aos outros e não aos seus; mas é o que temos.
ResponderEliminarCumpts
Também me parece que não há-de sobrar nada.
ResponderEliminarCumpts.