O Livro das Fuças é o que em bárbaro todos conhecem por «Facebook».
Dois dias em que o 'manuseei' e lhe fiz duas ou três anotações com matéria da minha lavra lá posta à margem no capítulo do Grupo Amigos de Lisboa e o saldo foi bonito, pá: dois pares de comentários; meia dúzia de desconhecidos a pedirem para ser meus amigos; uma dúzia de estranhos a seguirem-me (salvo seja; a seguirem os meus verbetes); um gajo a convidar-me para um café convencido de que sou uma gaja (!); umas boas dezenas de «gostos» e...; uma vassourada.
Cheira-me que a vassourada foi denúncia dalguém dum grupelho de amigos de Lisboa agoniados de serem apanhados...
Onde já vi eu esta legenda da estimável Telma?
E a inspiração de legendagem saloia deste Fraga-qualquer coisa, com precioso endireitar de fotografia sem correspondência no original do arquivo municipal, que é torto?
E onde já vi eu antes a legenda com todas as vígulas destoutra que aparece lá por mão (ou cinco dedos) dum infeliz caído no domínio público?
Mas posso estar enganado. Pode afinal ter sido este pseudo-acordita Matos, por despeito do comentário que lhe deixei de não saber ele ortografia e conseguir apenas mutilar palavras. Este teria até mérito de não copiar as palavras alheias, mas que dizer da sua redacção de analfabeto? Porém, ai de quem lho diga! Se se não incomoda ele em mexer-se do cadeirão de investigador em que ali o vemos refastelado, algum dos zelotas seus fiéis apreciadores, como o publicado Pascoal e a velha Aguiar do Arco de Santo André, completarão o trabalho da vassoura...
Grandes Amigos de Lisboa, estes todos. Vai-lhes bem a humildade do uso da vassoura, como aos almeidas. Eles que varram, eles que varram! Esqueçamos a escrita fina. Precisamos de Lisboa limpa. -- Xô, Bic Laranja!
(Imagens colhidas do livro das fuças em 31/V/2013.)
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Posfácio ao livro das fuças
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«Suponha que um dia, numa novela, V. Ex.a. descreve, com o seu vernáculo e torneado relevo, certo animal de longas orelhas felpudas, de rabo tosco, de anca surrada pela albarda, que orneia e que abunda em Cacilhas... E suponha ainda que, ao ler essa colorida página, eu exclamo, apalpando-me ansiosamente por todo o corpo: “Grandes orelhas, rabo tosco, anca pelada... É comigo!” Que diria V. Ex.a., meu prezado confrade?
ResponderEliminarAssim o exemplo aduzido por V. Ex.a., para demonstrar o meu escandaloso hábito de implicar consigo — é realmente mal escolhido. Mas permanece, todavia, a queixa, feita ao público com tanta rabugem e tanto azedume, de que — eu e os meus amigos, sempre que isso vem a talho de fouce, lhe assacamos aleivosias.»
Demasiadfo gongórico para ofender. E continuamos sem emenda na citação das fontes.
ResponderEliminarEsta tropa-fandanga não tem por onde se lhe pegue…Sugiro que os vote ao desprezo puro e simples, já que «quem nasceu para lagartixa nunca chegará a jacaré»; como isto é do lado de lá, a alimária vai «entendê»!
ResponderEliminarCumpts
Cumpts. :)
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