Era para ser também uma simetria, com um edifício idêntico destinado aos juízos penais que deveria ter sido construído no terreno ocupado pelo quartel militar ainda hoje aí existente. Era, porque o desabrochar do "glorioso" numa certa madrugada de Abril impediu-o; as verbas que estavam destinadas a este projecto levaram sumiço no ano que se seguiu ao funesto evento, como tantas outras em Portugal...
O início das horríveis "caixas de fósforos", seguidas dos descaracterizados e ultra pirosos edifícios de fachadas completamente envidraçadas à la Dallas... Maria
Será de gosto da mesma ordem do da Feira das Indústrias. Ainda assim a anos-luz do «campus» judicialo-expòsiano, quanto mais não fora pela incoporação nacionalista (arte) e nacional (lógica da boa administração do erário e de manifestação da autoridade do Estado). Cumpts.
Era para ser também uma simetria, com um edifício idêntico destinado aos juízos penais que deveria ter sido construído no terreno ocupado pelo quartel militar ainda hoje aí existente. Era, porque o desabrochar do "glorioso" numa certa madrugada de Abril impediu-o; as verbas que estavam destinadas a este projecto levaram sumiço no ano que se seguiu ao funesto evento, como tantas outras em Portugal...
ResponderEliminarComo não podia deixar de ser. E a obra manca, há bonecos do projecto?
ResponderEliminarCumpts.
Já me esquecia...
ResponderEliminarhttp://restosdecoleccao.blogspot.pt/2012/01/palacio-da-justica-de-lisboa.html
O início das horríveis "caixas de fósforos", seguidas dos descaracterizados e ultra pirosos edifícios de fachadas completamente envidraçadas à la Dallas...
ResponderEliminarMaria
Será de gosto da mesma ordem do da Feira das Indústrias. Ainda assim a anos-luz do «campus» judicialo-expòsiano, quanto mais não fora pela incoporação nacionalista (arte) e nacional (lógica da boa administração do erário e de manifestação da autoridade do Estado).
ResponderEliminarCumpts.
Sem dúvida, aí tem toda a razão.
ResponderEliminarMaria