Fala-se amiúde do ex-vendedor de Magalhães passar a vender o seja-o-que-for que vende agora na Radiotelevisão Portuguesa brasileira. E o caso põe-se justamente, apenas e só de se tratar da R.T.P brasileira.
É óbvio que o caso se põe justamente, apenas e só de se ser na R.T.P brasileira porque esta é — como aquando da transferência do engenheiro relativo para a Universidade Independente — mesmo ao lado do I.S.E.L.. Já da liberdade de todo o mercador de banha-da-cobra promover o seu trato na antena pública, é mera questão de preço; o preço da publicidade a derivados de sangue na R.T.P brasileira há-de estar mais ou menos tabelado pelo do veneno mata-ratos. — Assim esteja o tratante disposto a pagar os anúncios...
Portanto, apregoar-se que procuram coarctar a liberdade de expressão ao engenheiro relativo é apreciar mal o caso. Tratá-lo melhor era pôr realmente o melro a cantar.
Polícia Judiciária, Lisboa, 1961.
Arnaldo Madureira, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
domingo, 24 de março de 2013
O melro e a R.T.P.
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Mas, como a Judite se acha de mãos atadas por Procuradorias coniventes, a População descobriu-se com vocação para cicuta...
ResponderEliminarAbraço, Caro Bic
As audiências o dirão, por certo.
ResponderEliminarCumpts.
Aqui atrasado, foi com desgosto que o li dizendo que Portugal tinha acabado… se mais provas houvera…Cumpts
ResponderEliminarPois. Acabou há muito.
ResponderEliminarCumpts.