— «Ao primeiro tiro — continua o Navarro — a cabeça do rei descahiu para a frente, ao segundo tombou para o lado». O Buiça, que tirára a carabina debaixo do gabão, apontava e descarregava. O principe real ergueu-se — cahiu varado. A rainha, louca de dôr, sacudia o Alfredo Costa com um ramo de flores. — Então não acodem?! Não ha quem me acuda?! — Ninguem.
Raul Brandão, Memórias, 1.º vol, Renascença Portuguesa, Porto, [1919], p. 173.
El-Rei D. Carlos, a Rainha D. Amélia e o Infante D. Manuel, Largo de Camões [Pr. D. João da Câmara], ante 1908.
Alberto Carlos Lima, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
A sabrada do Tenente Figueira veio demasiado tarde.
ResponderEliminarAbraço
Ou a do meu bisavô, que era um dos oficiais comandantes da Guarda Real...
ResponderEliminarFoi depois, já na república (com letra pequena) assassinado pela GNR a golpes de sabre, em casa, à frente das filhas menores, pelo «crime» cometido ao tentar defender a Família Real...
Desafortunadamente.
ResponderEliminarCumpts.
Não estranho. Lamento.
ResponderEliminarCumpts.