Ora aí estava uma coisa ecológica e justa. Lavavam-se as garrafas e dava-se honestamente o seu valor a quem nas devolvesse ao ciclo. Hoje ludibria-se a gente com plástico aparentemente sem valor (mas valiosa matéria prima) de modo a nos levar a oferecê-lo graciosamente aos industriais. E com incorporação de mão de obra (separar as tampinhas). Andamos bem, andamos... Cumpts.
Ainda me lembro do vinho Valdor, que era vendido em garrafas de litro, com tara reembolsável.
ResponderEliminarOra aí estava uma coisa ecológica e justa. Lavavam-se as garrafas e dava-se honestamente o seu valor a quem nas devolvesse ao ciclo. Hoje ludibria-se a gente com plástico aparentemente sem valor (mas valiosa matéria prima) de modo a nos levar a oferecê-lo graciosamente aos industriais. E com incorporação de mão de obra (separar as tampinhas).
ResponderEliminarAndamos bem, andamos...
Cumpts.
E ainda se diz que a pinga não é compatível com uma vi(d)a encarrilada!
ResponderEliminarAbraço, Caro Bic
Pois é. Mas no caso levou muito aterro...
ResponderEliminarCumpts.
Esta zona da cidade foi "melhorada" quando foi a construção da Expo'98 ou estas invasões do Tejo foram mitigadas em outra altura ?
ResponderEliminarO aterro é anterior, mas a Ecxpó melhorou muito mais.
ResponderEliminarCumpts.