Cismava se esta era em Lisboa. Pelo porte, e pelo estilo, o palacete dizia-me que sim. Na Avenida da Liberdade? No Campo Grande? -- Parecia-me familiar, o palacete e, todavia, não atinava em lembrar-me.
E aquele arvoredo à ilharga...
Estaria de pé? -- Possível; um palacete de tão bom porte. -- E por outro lado, se falamos de Lisboa, a gosma e o mau gosto lá haviam de fazer das suas...
Afinal é isso! O palácio Sabrosa, à Rotunda. E os campinos diante.
Portugal. Picadors, Lisboa, 1900-1919.
Foto: Charles Chusseau-Flaviens, in George Eastman House.
Que rotunda? Desculpe, mas fiquei na mesma com a explicação!
ResponderEliminarFaço a mesma pergunta do comentador acima. Que Rotunda?
ResponderEliminarEstou farta de pensar nas várias Rotundas que conheço e não estou a ver este palacete em nenhuma delas.
Maria
A Rotundada Avenida.
ResponderEliminarQuando era nome duma estação do metropolitano era mais fácil mantermos memória dela. Vede como um nome num lugar perpetua ou nos apaga a memória.
Cumpts.
aaaSAPO (http://www.sapo.pt)
ResponderEliminaraaa http://www.sapo.pt
Mas esse era o País Real, antes de nos porem a dar voltas À História, com o monumento da República ao Pombal.
ResponderEliminarDo Leão não falo, para não ferir o sportinguismodo Amigo Bic. Afinal, se lá havia touros e homens, em vez de carros, e se está aqui uma águia a mandar bitaites, estão reunidos os Quatro Evangelistas.
Abraço
Bem sei. É um portal brasileiro que há em Portugal.
ResponderEliminarCumpts.
Diz-me que há um marquês ao pé do Leão da Rotunda?!...
ResponderEliminarCumpts.