« Ao mesmo tempo que verbera e zurze o «Público», o Ciberdúvidas — numa prova de grotesca parcialidade — não faz qualquer referência aos barbarismos que o «Expresso» e outros meios e entidades que — supostamente — grafam segundo o A.O.L.P. 90. Não se ouve nem se lê uma palavra no Ciberdúvidas acerca dos *patos (por pactos), *impatos (por impactos) *compatos (por compactos), *adetos (por adeptos), *fatos (por factos), *factos (por fatos), *contatos (por contactos), *adatações (por adaptações), *conveções (por convecções), *retos (por reptos), *fição (por ficção), *seção (por secção) — et caetera et ad nauseam —, com que o «Diário da República», C.P.L.P., a Administração Pública, a Lusa, o «Expresso», o «D.N.», o «Record» [melhor fôra «Recor»], «A Bola» e outros «abrilhantam» a língua portuguesa. Vergonha, Ciberdúvidas! Contemplem o resultado de uma reforma "ortográfica" deficiente, lançada sem preparação adequada e sem instrumentos de suporte. Abram os olhos, abandonem a vossa mesquinha e cega parcialidade e vejam o estado de choldra ortográfica que se vive em Portugal.»
Rui Duarte, «Repreensão ao Ciberdúvidas», Ciberdúvidas, 27/VIII/12.
(Imagem da R.T.P., programa «Arte & Emoção».)
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Vergonha, Ciberdúvidas!
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"... e vejam o resultado de choldra ortográfica que se vive em Portugal".
ResponderEliminarClaro que foi mesmo isso que eles, os excelentíssimos democratas de última colheita, dentre as várias e gravíssimas alterações à ordem estabelecida, preconizaram quando se apoderaram do poder em Portugal. A invasão do nosso país por estes bárbaros pós-modernos foi mil vezes pior do que a última invasão dos mouros.
Um povo vive das suas tradições. Quando as perde deixa de haver razão para a sua existência. Eles, os 'democratas' sabem-no desde sempre. E tanto assim é que país em que eles ponham as patas é certo e sabido que as respectivas tradições, pr'além doutros males(pragas) terríveis que eles lançam sobre esses países e povos, desaparecerão d'imediato e permanecerão o tempo que lhes for consentida a 'estada' no terreno.
Os países invadidos por estes bárbaros muitíssimo mais malvados do que alguma vez o foram os genuínos que atacaram Roma (estes pelo menos não tinham a maldade impressa no seu ADN e que os modernos possuem em quantidades exorbitáveis), só recuperarão a verdadeira paz quando a estas mentes doentes, que andam a fingir que levam as democracias aos povos mas que arbitrária e oportunìsticamente eles próprios (e não os povos) é que decidem quais os que as que 'anseiam desesperadamente' mas cujo único propósito é pilhar tudo quanto podem nesses países mesmo que em simultâneo morram milhões de inocentes, lhes for retirado todo o poder político e a interdição de se movimentarem. Ou seja, literalmente manietados. Só e então o caos será substituído pela ordem e as tradições retomadas pelos povos em todos os lugares da Terra onde um e outras foram maquiavèlicamente arrebatadas pelos operacionais espalhados pelas 'democracias' a mando do poder global.
Maria
Perfeitamento de acordo.
ResponderEliminarE os espe(c)tadores???
Caramba, muito espetador existe nos acontecimentos desportivos.
Só não espetam um fueiro bem grosso pelo "sim senhor" acima do Malaca Casteleiro... Seria um espetáculo digno de se ver!
Realmente têm razão. O que não falta para aí são toiros de fato.
ResponderEliminarMas esses, nem para "espetar" davam...
Maria, os meus calorosos parabéns pelo trecho, acima… um espelho do meu pensamento, só que mais refinado graficamente (gràficamente) como cumprimento meu!
ResponderEliminarCumpts
Caro Joe:
ResponderEliminarEle há, de facto, espetadores nos acontecimentos desportivos, mas são os que os relatam, coitados que a coisa não dá para mais; trata-se de gente que andará a quatro, desde que tal lhe seja ordenado…
Quanto ao fueiro (parabéns que não haverá muita gente pretensamente culta que saiba do que se trata) estou de acordo, mas também não desdenharia de o ver o malacaca a apanhar uma valente malha com o dito, como “hors d’œuvre” para a punição que preconiza e que é mais do que merecida!.
Cumpts
Os Almorávidas tinham cultura e tradições. Estes brotaram de debaixo duma pedra hoje de manhã. O tufo de pelos que ainda exibem no alto da pinha não é reminiscência de antepassado Cro-magnon. É um bocado de musgo que se lhe pegou na mioleira durante a gestação.
ResponderEliminarCumpts.
Tiraram o cê e deixaram o u. Então não se diz espetáclo? Espetáclo é que é!
ResponderEliminarCumpts.
Davam davam! Dão. Não se tem ele visto a índole dessa seita...?
ResponderEliminarCumpts.
Eu é agradeço os seus elogios. Quem não gosta de os receber? Pessoalmente acho-os imerecidos mas o facto de me serem enviados por um fiel leitor deste espaço que muito prezo, faz com que me sinta duplamente honrada.
ResponderEliminarMaria
"Estes brotaram debaixo de uma pedra hoje de manhã".
ResponderEliminarAhahahahahah!
Maria
Boa! É isso mesmo!
ResponderEliminarCumpts
:)
ResponderEliminarCumpts
Touros de fato conheço alguns e muitos até que são conhecidos como aqueles que andam a pastar pelos curros e pela praça de touros de São Bento conhecida também por Assemblea da República
ResponderEliminarIsso devem ser cabrestos. Touros são mais nobres e não me parece...
ResponderEliminarCumpts.
Pois se o próprio Ciberdúvidas utiliza "fato" para "facto" nas suas respostas...
ResponderEliminarhttps://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/q71/945919_373660376068970_601170549_n.jpg
Desde sempre que os das Ciberdúvidas proscreveram o português. Não havia palavrinha portuguesa que os brasileiros tivessem lá à sua maneira que não fosse marcada com ferrete duns ostensivos parêntesis, qula estrela de David na lapela marcando os judeus. -- Se aquilo não era judiar com os portugueses por causa da sua escrita, não sei... -- Mas então agora é vê-los contentinhos da vida, em acordês brasileiro. Isto é que vai ali uma festa!
ResponderEliminarCumpts.