« [...] O ministro da Defesa Nacional Paulo Portas protagonizou, ainda, uma cena de antologia, num dia em que ia embarcar num helicóptero Puma, no Comando Operacional da F.A., em Monsanto, para ir visitar oe estaleiros de Viana do Castelo. Era dia de tomada de posse de um novo governo e faltava nomear o secretário de Estado da Defesa, atribuído ao C.D.S.-P.P.. O caso não encerra nenhum conflito com as chefias militares, mas já vão ver porque merece ser contado.
O Ministro da Defesa Nacional dirigiu-se ao clube de oficiais onde o general comandante, o coronel chefe do Estado-Maior e o barista assistiram à cena. Portas, visivelmente nervoso, acolitado pelos seus acompanhantes, fazia telefonemas frenéticos à procura de alguém que aceitasse tão relevante incumbência, mas as negativas sucediam-se...
Quase em desespero o ministro da Defesa Nacional falou com uma amiga de longa data, filha de um oficial da Armada, e lá a conseguiu convencer a aceitar o encargo. A comitiva partiu com duas horas de atraso, mas voltou a tempo de o ministro da Defesa nacional chegar ao Palácio da Ajuda para a tomada de posse, apenas para saber que o seu colega de coligação (P.S.D.) tinha resolvido ficar com o cargo. A comadres lá se entenderam e foi foi assim que a Dr.ª Teresa Caeiro, da Secretaria de Estado da Defesa foi parar à Secretaria de Estado da Cultura! Uns «todo-terreno» estes políticos...
Este episódio ilustra bem a irresponsabilidade, a cirncunstancialidade e a falta de sentido de Estado com que os partidos políticos actuam e funcionam.»
Brandão Ferreira (Tenente-Coronel), «Conflitos com o governo», O Diabo, 5/VI/2012.
É nisto que andamos, vai para 40 anos, não tarda.
Equipa feminina de tiro do Liceu Central, Washington, 1922.
Col. da C.ª Nacional de Fotografia (E.U.A.), in Shorpy.
E é nisto que vamos continuar, caro Bic, enquanto este lixo não for todo pela borda fora, infelizmente!
ResponderEliminarCumpts
Desde que o Sr. Guterres deu à sola, Portugal nunca mais teve governo
ResponderEliminarNão creio que vá. Deram cabo dos almeidas, de maneira a se perpetuar.
ResponderEliminarCumpts.
Só desde esse? Não fazia ideia.
ResponderEliminarCumpts. :)
Só, que o outro nem gente é.
ResponderEliminarCumpts
Lamento, mas não li a palavra "desse". Assim, o meu comentário perde a lógica.
ResponderEliminarCumpts
"Cumpts" é a mais recente forma de expressar cumprimentos, de acordo com o Acordo Ortográfico?
ResponderEliminarAi que graça qu’eu t’acho!
ResponderEliminar