Não está lá escrito "a metro". Mas sim "Metro". I.e. o local da venda. Que deve ser ali bem perto. Pode servir de exemplo para a (ainda) existência de casos (gramática!) no português actual!
Eh, eh, eh! O caro Bic fez-me lembrar uma anedota que se contava no Porto há uns anos, a propósito de uma passagem inferior que ligava a Estação de S. Bento à Praça da Liberdade, que era jocosamente apodada nos meios académicos de milímetro, precisamente nesse contexto… Inútil será dizer que me arrancou uma salutar gargalhada… Obrigado por ela! Cumpts
Pois é. Que pena não ser em Lx onde estiveram a vender cerejas no Metro. Mea culpa, não reparei na legenda da foto. Quanto ao comentário s/casos... que falava em "nominativo" e "acusativo".... a questão não é tão simples. O caso estrutural não necessita de marca fonológica/fonética. A gramática do português actual apresenta vários exemplos.
Fora dos pronomes, que sim, em português têm casos, o único caso que me ocorre nos nomes agora é o dos substantivos «comentador», «repórter» e «especialista»; declinam-se com desinências intermutaveis e curiosas como «comentadorSIC», «repórterRTP» ou «especialistaTVI», elidindo-se a preposição «de» no atributo do sujeito. Podia chamar-se ao caso um genitivo mas a minha moderníssima T.L.E.B.S. define-o como ferrete. Um caso de gado, como é bom de ver. Cumpts.
O caso abstracto não tem marca em Ptg ( na Cat. Nome, claro) e o caso estrural também não. Alguns casos interessantes são também a ausência de Prep em alguns Comp Ob, o que também só se pode explicar assim. Cumpts.
há uma pastelaria na baixa de Lisboa, acho que na Rua do Ouro que vende bolos e sandes a metro (literalmente)
ResponderEliminarNão está lá escrito "a metro". Mas sim "Metro".
ResponderEliminarI.e. o local da venda. Que deve ser ali bem perto.
Pode servir de exemplo para a (ainda) existência de casos (gramática!) no português actual!
Estará, por acaso, a referir-se ao Metro de Santo Tirso?
ResponderEliminarA ser assim aqui, chego a um preço de aproximadamente 3 cênt. / cereja… Mau negócio?
ResponderEliminarCumpts
Pois aqui vendem-se iletradamente cerejas. A metro.
ResponderEliminarCumpts.
É um metro pequenininho. Um milímetro.
ResponderEliminarCumpts.
Nesse caso (de gramática) «metro» é acusativo. É igual ao nominativo.
ResponderEliminarFaz-me lembrar os Monty Python: «Romanes eunt domus».
Cumpts.
Eh, eh, eh!
ResponderEliminarO caro Bic fez-me lembrar uma anedota que se contava no Porto há uns anos, a propósito de uma passagem inferior que ligava a Estação de S. Bento à Praça da Liberdade, que era jocosamente apodada nos meios académicos de milímetro, precisamente nesse contexto… Inútil será dizer que me arrancou uma salutar gargalhada…
Obrigado por ela!
Cumpts
Pois é. Que pena não ser em Lx onde estiveram a vender cerejas no Metro. Mea culpa, não reparei na legenda da foto.
ResponderEliminarQuanto ao comentário s/casos... que falava em "nominativo" e "acusativo".... a questão não é tão simples.
O caso estrutural não necessita de marca fonológica/fonética. A gramática do português actual apresenta vários exemplos.
Fora dos pronomes, que sim, em português têm casos, o único caso que me ocorre nos nomes agora é o dos substantivos «comentador», «repórter» e «especialista»; declinam-se com desinências intermutaveis e curiosas como «comentadorSIC», «repórterRTP» ou «especialistaTVI», elidindo-se a preposição «de» no atributo do sujeito. Podia chamar-se ao caso um genitivo mas a minha moderníssima T.L.E.B.S. define-o como ferrete. Um caso de gado, como é bom de ver.
ResponderEliminarCumpts.
O caso abstracto não tem marca em Ptg ( na Cat. Nome, claro) e o caso estrural também não. Alguns casos interessantes são também a ausência de Prep em alguns Comp Ob, o que também só se pode explicar assim.
ResponderEliminarCumpts.
Queria dizer Caso Estrutural, claro.
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