Já cá pus isto certa vez. Testando hoje uns projectores vali-me deste filmezinho para regular a qualidade da projecção. Ao almoço ia com ela no ouvido e pu-la a dar no vídeo-transístor (vulgo iPad). A senhora comentou-me que era belíssimo. O que era? É a Passacaglia de Armida do Lully (LWV 71). É belíssimo, de feito.
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(Lugar da Portela, 30/IV/2012 às vinte para as cinco da tahrde.)
Realmente uma beleza. Belos tempos o do Rei Sol, cujo "absolutismo" era condicionado pela ordem natural e pelas leis de Deus, enquanto a nossa "democracia" totalitária desconhece qualquer limite. Muito grato! Abraço amigo.
ResponderEliminarConcordo consigo.
ResponderEliminarGrato pelo apreço.
Cumpts.
Na verdade esta peça é prodigiosa. Apetece tê-la como música de fundo enquanto se lê ou se escreve. A orquestra é excepcional, com especial destaque para os extraordinários violinistas. Pessoalmente considero o violino o instrumento musical que, dentre os demais, produz um som que quase nos aproxima do Divino, seguido imediatamente do piano. Aqui estamos perante vários que, graças a executantes de altíssimo nível, produzem algo de sublime transmitindo-nos bem-estar sobretudo espiritual. Não esqueçamos que a alma, tal como o corpo, também necessita de alimento sem o qual vai definhando até que atingido o seu limite falece levando a parte física com ela.
ResponderEliminarMaria
Lully é formidável. Nasceu sob a amparo de Poliímnia, sem dúvida.
ResponderEliminarA orquestra de câmara do rei (Les 24 violons du roi) compunha-se de mais tipos de violino do que nos chegaram até hoje.
Cumpts.
Bela antinomia entre um trecho de música maravilhosa e as maravilhas da nossa cleptocracia totalitária (correcção que o leitor Marcos Escobar me perdoará, por certo).
ResponderEliminarCumpts
Desfrutemos o belo por evitar maiores cuidados.
ResponderEliminarCumpts.
Justamente!
ResponderEliminarCumpts