« Na grande maioria dos casos, a informação constante nos lados perpendiculares à estrada migrou para a face paralela à berma, resultando num estranho contorcionismo do marco. Claramente, não há interesse em que durem e a palavra de ordem é gastar dinheiro parecendo que se poupa. Não se fazem novos marcos de pedra nem se grava as novas inscrições porque sai caro, mas pintam-se milhares de marcos regularmente com indicações que diferem das antigas quase só pela posição que ocupam.»
Afonso Loureiro, «Os miliares, os quilométricos e os descartáveis», in Aerograma, 22/III/2012.
A única justificação que acolho para o facto do número da estrada ter passado para as faces laterais é a da adequação à velocidade de projecto da estrada, sabendo nós que na maior parte das estradas principais houve correcções de traçado e de secção transversal tendo em vista um aumento de velocidade.
ResponderEliminarSe bem que essa informação seja hoje quase irrelevante, do que resulta a inutilidade da pintura.
A faixa lutuosa na frente é apenas receita para o fornecedor de tintas. Nada a justifica senão o disparate, haja ou não submissão a regras ditadas de mais alto.
Abraço
Enfim! Empreendedorismo disparatado e espírito perdulário.
ResponderEliminarCumpts.
País de cada vez mais cretinos!!!
ResponderEliminarPorra, que é demais!
Investimento, caro Bic, investimento, que é do que carecemos.... que raio de mania de estar sempre a dizer mal de tudo!
ResponderEliminar:)
Cumpts