São milhares e milhares de vivendas por esse Portugal fora... Morreram os donos, os herdeiros ou não existem ou puxam cada um para o seu lado... ou são tantos que é impossível encontrar todos para partilhas.
Nada de novo portanto. Tanta gente sem casa, tantos locais sem condições para acolher crianças e velhotes e depois temos disto. Tristes, somos uns tristes.
Grato pela referência, que desconhecia. Lembra a Lisboa Arruinada de há uma década, que entretanto fechou (que não significa que Lisboa tenha sido restaurada; foi outra cousa). Cumpts.
Tristeza de país, sem nada de novo, muito menos a ganância ruim sobre o património herdado. E da ruindade, eis a ruína. A história da vivenda será esta, embora outra fosse mais interessante de contar. Cumpts. a todos.
Existe um facto muito importante, é que em Portugal, não existe uma cultura de protecção do património , contrariamente a outros países como aqui em França, por outro lado também sai mais barato construir de novo que restaurar, a maior parte dos empreiteiros não querem restaurar, preferem ganhar rapidamente com o novo, conheço casos em Lisboa de verdadeiros palácios , em que os donos, nem o pó são capazes de limpar, é degradante o trabalho no nosso pais quando se faz parte de uma certa classe social (pelintras vaidosos).
O património em Portugal resume-se a «quanto rende esta coisa». Para cultura estamos conversados. Aliás, basta ver o «gosto» da colecção do Berardo e como tamanho sentido estético é publicitado e posto a render para percebermos no que se tornou a cultura em Portugal. Cumpts.
Esta vivenda era alugada para férias pelo meu avô Francisco Morais. o meu falecido pai José Manuel contava-me que aqui passava férias durante os verões nos anos 30 com os meus avós paternos e os seus dois irmãos mais novos. desse tempo já só resta o meu tio António Morais, que era o mais novo dos três irmãos.
São milhares e milhares de vivendas por esse Portugal fora...
ResponderEliminarMorreram os donos, os herdeiros ou não existem ou puxam cada um para o seu lado... ou são tantos que é impossível encontrar todos para partilhas.
E nalguns casos a ganância a vir ao de cima e a turvar as mentes...
ResponderEliminarQue tristeza de país...
ResponderEliminarMaria
http://www.sintraemruinas.blogspot.pt/
ResponderEliminarNada de novo portanto.
ResponderEliminarTanta gente sem casa, tantos locais sem condições para acolher crianças e velhotes e depois temos disto.
Tristes, somos uns tristes.
Ao olhar cada casa abandonada, sinto curiosidade em saber alguma história dessa casa, desde a sua construção...
ResponderEliminarGrato pela referência, que desconhecia. Lembra a Lisboa Arruinada de há uma década, que entretanto fechou (que não significa que Lisboa tenha sido restaurada; foi outra cousa).
ResponderEliminarCumpts.
Tristeza de país, sem nada de novo, muito menos a ganância ruim sobre o património herdado. E da ruindade, eis a ruína.
ResponderEliminarA história da vivenda será esta, embora outra fosse mais interessante de contar.
Cumpts. a todos.
Existe um facto muito importante, é que em Portugal, não existe uma cultura de protecção do património , contrariamente a outros países como aqui em França, por outro lado também sai mais barato construir de novo que restaurar, a maior parte dos empreiteiros não querem restaurar, preferem ganhar rapidamente com o novo, conheço casos em Lisboa de verdadeiros palácios , em que os donos, nem o pó são capazes de limpar, é degradante o trabalho no nosso pais quando se faz parte de uma certa classe social (pelintras vaidosos).
ResponderEliminarO património em Portugal resume-se a «quanto rende esta coisa». Para cultura estamos conversados. Aliás, basta ver o «gosto» da colecção do Berardo e como tamanho sentido estético é publicitado e posto a render para percebermos no que se tornou a cultura em Portugal.
ResponderEliminarCumpts.
Esta vivenda era alugada para férias pelo meu avô Francisco Morais. o meu falecido pai José Manuel contava-me que aqui passava férias durante os verões nos anos 30 com os meus avós paternos e os seus dois irmãos mais novos. desse tempo já só resta o meu tio António Morais, que era o mais novo dos três irmãos.
ResponderEliminarObrigado do seu testemunho.
ResponderEliminarOxalá a vivenda seja restaurada.
Cumpts.