Pois! É a tropa desta que alguns nossos nos procuram sujeitar agora depois de ter o Brasil quebrado os trautos que connosco firmou em 45. São piores que ciganos. Todos. Cumpts.
Já leu a magnífica carta que a Drª Madalena Homem Cardoso enviou ao Ministro da (des)Educação contra o aborto ortográfico? Se quiser, dê-me uma «posta restante» electrónica para que eu lha envie...
Sim li. É virtuosa acção e uma síntese estupenda do descalabro a que nos levaram. Louvo-a incondicionalmente desde que não desmobilize a gente de assinar a I.L.C. por formas mais inconsequentes de contrariar o «Acordo». Bem vê, o ministério tende a desvalorizar, quando não ignorar, as reclamações que recebe dos pais. Há-de ter sabido que de lá disseram agora terem recebido «umas dezenas desde Setembro», quando em Janeiro diziam ao «Sol» não haverem nenhuma. Cumpts.
Eu, já, vénia ao blogo “Perspectivas” ... O comentário que lá fiz, repito-o aqui: .Parabéns à Srª Drª Madalena Homem Cardoso pelo desassombro com que afrontou estes poderzinhos de opereta que temos instalados… portuguesa de antanho, faz jus ao nome, que o que mais falta por aí são “eles” numa sociedade cada vez mais dominada por fanchonos bem-pensantes. Agora, cheira-me que é tempo perdido, pois se, mesmo com tal ministro, isto deu no que deu, imagine-se com outros que por aí há (houve)… já estaríamos a falar nordestino com toda a certeza. Deus nos valha! Cumpts
Eu pessoalmente acho que ambas as duas formas («presidenta» e «presidente») deviam de ser premitidas. O que é importante é que todos póssa-mos comunicar.
Curioso, nos locais sem ser o brasil onde as mulheres chegaram ao poder com a excepção das monaraquias que aí sim existe flexão de género (Rei-Rainha, Príncpe- Pricesa, etc) usa-se sempre a forma comum e usual no "masculino"; ex.: Magaret Thatcher, primeiro-ministro inglêsa, Indira Ghandi, primeiro ministro indiana. Portante neste caso só existirá flexão na nacionalidade da titular
Caro Bic Laranja Se há uma coisa que desmotiva pessoas que têm aderido à ILC é o facto de não se saber quantas assinaturas faltam. O tempo passa, a oportunidade também, e as pessoas interrogam-se. Sendo a causa a mesma, a atitude da Dra. Madalena Homem Cardoso só a vem trazer de novo à superfície e à discussão. Cumprimentos, TR
É pertinente. Há razões na página da I.L.C. que também são. Ou não. Mas se a I.L.C. não seguiu ainda o seu caminho é apenas porque faltam mais assinaturas. É preciso não desmobilizar e persistir. Por todos os meios. Cumpts.
Ora aí é que ela bate… já percebemos: aquela tropa sabe de limites; assim, se analisarmos o quociente entre as cartas que se lêem / as cartas que se recebem, quando estas tendem para infinito, o quociente tende para… zero; ora aí temos, pois, a explicação; malta danada esta; se fosse tão boa para as Letras como é para as Matemáticas, veja só o que teríamos. :) Cumpts
Comemorando o 191º ano de independência, enterra-se mais um pouco a língua Portuguesa, em prol da vera independência da língua Brasileira!
ResponderEliminarQualquer dia temos de gramar com o mesmo, em versão acordita.
Pois! É a tropa desta que alguns nossos nos procuram sujeitar agora depois de ter o Brasil quebrado os trautos que connosco firmou em 45. São piores que ciganos. Todos.
ResponderEliminarCumpts.
Caro Bic:
ResponderEliminarJá leu a magnífica carta que a Drª Madalena Homem Cardoso enviou ao Ministro da (des)Educação contra o aborto ortográfico?
Se quiser, dê-me uma «posta restante» electrónica para que eu lha envie...
Cumprimentos
Sim li. É virtuosa acção e uma síntese estupenda do descalabro a que nos levaram. Louvo-a incondicionalmente desde que não desmobilize a gente de assinar a I.L.C. por formas mais inconsequentes de contrariar o «Acordo». Bem vê, o ministério tende a desvalorizar, quando não ignorar, as reclamações que recebe dos pais. Há-de ter sabido que de lá disseram agora terem recebido «umas dezenas desde Setembro», quando em Janeiro diziam ao «Sol» não haverem nenhuma.
ResponderEliminarCumpts.
Ah, já me esquecia: Se a seguir for um homem, é.. o Presidento!
ResponderEliminarPata Que os Pôs!
Justamente, que esses, pelo menos, assumem-se como ladrões e ignorantes, coisa que com estes, não contece.
ResponderEliminarCumpt.
Eu, já, vénia ao blogo “Perspectivas” ...
ResponderEliminarO comentário que lá fiz, repito-o aqui:
.Parabéns à Srª Drª Madalena Homem Cardoso pelo desassombro com que afrontou estes poderzinhos de opereta que temos instalados… portuguesa de antanho, faz jus ao nome, que o que mais falta por aí são “eles” numa sociedade cada vez mais dominada por fanchonos bem-pensantes. Agora, cheira-me que é tempo perdido, pois se, mesmo com tal ministro, isto deu no que deu, imagine-se com outros que por aí há (houve)… já estaríamos a falar nordestino com toda a certeza.
Deus nos valha!
Cumpts
Apesar disso, é estranho que, num ministério comandado por um matemático, as pessoas não saibam contar, não acha?...Cumpts .
ResponderEliminarO caro Joe é um optimista:
ResponderEliminara meia dúzia de neurónios desses biltres só tem bilhete de ida: flexão para o feminino, nada mais.
Cumpts
A não ser assim a juíza, por exemplo, teria um... juízo.
ResponderEliminarAcha mesmo que essa gentinha tem disso?????
Cumpts
Depois de ver passar os ciclistos, a presidenta falou com vários jornalistos, aos quais se confessou muito trista por ver o Lula tão doento.
ResponderEliminarTrata-se duma mulher carenta.
ResponderEliminarCumpts.
Eu pessoalmente acho que ambas as duas formas («presidenta» e «presidente») deviam de ser premitidas. O que é importante é que todos póssa-mos comunicar.
ResponderEliminarSão ambas permitidas mas só uma é estúpida. E o mais importante é que possamos melhorar a cumunicação.
ResponderEliminarCumpts.
Curioso, nos locais sem ser o brasil onde as mulheres chegaram ao poder com a excepção das monaraquias que aí sim existe flexão de género (Rei-Rainha, Príncpe- Pricesa, etc) usa-se sempre a forma comum e usual no "masculino"; ex.: Magaret Thatcher, primeiro-ministro inglêsa, Indira Ghandi, primeiro ministro indiana.
ResponderEliminarPortante neste caso só existirá flexão na nacionalidade da titular
Caro Bic Laranja
ResponderEliminarSe há uma coisa que desmotiva pessoas que têm aderido à ILC é o facto de não se saber quantas assinaturas faltam. O tempo passa, a oportunidade também, e as pessoas interrogam-se. Sendo a causa a mesma, a atitude da Dra. Madalena Homem Cardoso só a vem trazer de novo à superfície e à discussão.
Cumprimentos,
TR
Acho. Que ambos sabemos que sabem bem contar.
ResponderEliminarCumpts.
É pertinente.
ResponderEliminarHá razões na página da I.L.C. que também são. Ou não.
Mas se a I.L.C. não seguiu ainda o seu caminho é apenas porque faltam mais assinaturas. É preciso não desmobilizar e persistir. Por todos os meios.
Cumpts.
Ora aí é que ela bate… já percebemos: aquela tropa sabe de limites; assim, se analisarmos o quociente entre as cartas que se lêem / as cartas que se recebem, quando estas tendem para infinito, o quociente tende para… zero; ora aí temos, pois, a explicação; malta danada esta; se fosse tão boa para as Letras como é para as Matemáticas, veja só o que teríamos. :)
ResponderEliminarCumpts