Um pouco fora de propósito (ou talvez nem tanto, uma vez que neste blogue se promove, e se exercita, o recto Português...) aproveito para perguntar qual o dicionário de Língua Portuguesa que aconselhariam? O da Porto Editora parece-me muito mau e o da Academia, enfim... Agradecida, uma vez mais.
Pergunta difícil. Um só dicionário nunca chega. Recorro muito ao Dicionário Prático Ilustrado da Lello (ed. 1976) e não me queixo. Aos da Porto (5.ª ed. e de 2004) esporadicamente. No Kindle uso o de Cândido de Figueiredo (ed. 1899) e no iPad o da versão brasileira Priberam (colou-se-me no aparelhozeco e não sei como tirá-lo). No computador uso o da Priberam da Internete. O resto não me faz falta. Não sei se isto é recomendação que se faça... Cumpts.
Conta-se uma história, cuido que é o Jaime Nogueira Pinto, no livrinho sobre Salazar, que o Fausto de Figueiredo electrificou a linha de Cascais como contrapartida da concessão do jogo no casino do Estoril. Eis como gerir a coisa pública com vantagem geral e com o risco do negócio do lado dos particulares. Cumpts.
Alguém sabe o nome do industrial que esteve na origem da construção do primeiro troço ferroviário (o início da linha Lisboa-Cascais) Cais do Sodré-Algés e inaugurado com pompa e circunstância pelo Rei D. Carlos? Já tentei procurar inclusive no Google e não encontro o seu nome em lado algum. Em homenagem ao feito, o seu nome foi dado a uma rua em Algés, mas também aqui nada encontrei. Agradecimentos antecipados. Maria
Obs.: Não me refiro a nenhum dos nomes que se encontram na página sobre a História dos Caminhos de Ferro de Lisboa.
Um pouco fora de propósito (ou talvez nem tanto, uma vez que neste blogue se promove, e se exercita, o recto Português...) aproveito para perguntar qual o dicionário de Língua Portuguesa que aconselhariam? O da Porto Editora parece-me muito mau e o da Academia, enfim... Agradecida, uma vez mais.
ResponderEliminarConvém modificar a linguagem, porque caso contrário corre-se o risco de não haver tachos para ninguém.
ResponderEliminarprestação... é que iríamos pagar durante uns bons e largos anos.
ResponderEliminarO "Houaiss", na versão editada em Portugal com português pré-acordo, é muito bom e uso-o regularmente.
ResponderEliminarPergunta difícil. Um só dicionário nunca chega. Recorro muito ao Dicionário Prático Ilustrado da Lello (ed. 1976) e não me queixo. Aos da Porto (5.ª ed. e de 2004) esporadicamente. No Kindle uso o de Cândido de Figueiredo (ed. 1899) e no iPad o da versão brasileira Priberam (colou-se-me no aparelhozeco e não sei como tirá-lo). No computador uso o da Priberam da Internete.
ResponderEliminarO resto não me faz falta.
Não sei se isto é recomendação que se faça...
Cumpts.
Muito obrigada pela sugestão! Vou tentar encontrá-lo (ou o do José Pedro Machado).
ResponderEliminarÉ sim, muito agradecida!
ResponderEliminar«Tacho» já não é rigoroso. Desde quando a palha vai ao tacho?
ResponderEliminarCumpts.
Iríamos?...
ResponderEliminarCumpts.
Lembro-me destas carruagens na linha de Cascais, explorada então pela Sociedade Estoril.
ResponderEliminarConta-se uma história, cuido que é o Jaime Nogueira Pinto, no livrinho sobre Salazar, que o Fausto de Figueiredo electrificou a linha de Cascais como contrapartida da concessão do jogo no casino do Estoril. Eis como gerir a coisa pública com vantagem geral e com o risco do negócio do lado dos particulares.
ResponderEliminarCumpts.
tem razão, que estamos a pagar.
ResponderEliminarAlguém sabe o nome do industrial que esteve na origem da construção do primeiro troço ferroviário (o início da linha Lisboa-Cascais) Cais do Sodré-Algés e inaugurado com pompa e circunstância pelo Rei D. Carlos? Já tentei procurar inclusive no Google e não encontro o seu nome em lado algum. Em homenagem ao feito, o seu nome foi dado a uma rua em Algés, mas também aqui nada encontrei.
ResponderEliminarAgradecimentos antecipados.
Maria
Obs.: Não me refiro a nenhum dos nomes que se encontram na página sobre a História dos Caminhos de Ferro de Lisboa.