A propósito de Fernando Pessoa frequentador da Abel pereira da Fonseca, Lda.
«Era comum Fernando Pessoa, enquanto se encontrava a trabalhar, levantar-se, pegar no chapéu, ajeitar os óculos e ir até ao “Abel”. Esta simples acção de Pessoa, que se tornou um hábito, intrigou um colega de trabalho do poeta, Luiz Pedro Moitinho de Almeida (segundo Fernando Pessoa - empregado de escritório, do João Rui de Sousa). Esse mesmo colega apercebeu-se, algum tempo depois, que as idas ao “Abel” eram, nada mais, nada menos, que uma ida ao depósito mais próximo da casa Abel Pereira da Fonseca para tomar um cálice de aguardente.» texto in: Companhia Agrícola do Sanguinhal.
Não tem nada a ver com a foto (que é bem interessante), mas... será que já viu esta notícia? http://expresso.sapo.pt/juiz-proibe-acordo-ortografico=f711441
Vi sim senhora. O «coiso» é uma porcaria tão completa que se ajeita a rejeições por tudo e por nada. Porcaria maior só o governo que parece nem ver. Cumpts.
A beleza dos antigos armazéns e fábricas é incomparável ao lado das aberrações que agora proliferam em «zonas industriais» e áreas comerciais suburbanas.
Era na rua dos Sapateiros, quase a chegar ao Rossio, num dos Estabelecimentos do Abel Pereira da Fonseca que o Fernando Pessoa ia tomar a sua aguardente. É que ele trabalhava no escritório, na Rua Nova do Almada, perto deste estabelecimento.
O tal que na hora da morte se virou para os filhos e disse: Meus filhos, não se esqueçam que até das uvas se faz vinho...
ResponderEliminar(Que má língua...)
Ou seria o Camilo Alves???
ResponderEliminarNão era aqui que Fernando Pessoa costumava vir esquecer que seria sempre o da mansarda?
ResponderEliminarA propósito de Fernando Pessoa frequentador da Abel pereira da Fonseca, Lda.
ResponderEliminar«Era comum Fernando Pessoa, enquanto se encontrava a trabalhar, levantar-se, pegar no chapéu, ajeitar os óculos e ir até ao “Abel”. Esta simples acção de Pessoa, que se tornou um hábito, intrigou um colega de trabalho do poeta, Luiz Pedro Moitinho de Almeida (segundo Fernando Pessoa - empregado de escritório, do João Rui de Sousa).
Esse mesmo colega apercebeu-se, algum tempo depois, que as idas ao “Abel” eram, nada mais, nada menos, que uma ida ao depósito mais próximo da casa Abel Pereira da Fonseca para tomar um cálice de aguardente.»
texto in: Companhia Agrícola do Sanguinhal.
Cumprimentos
Não tem nada a ver com a foto (que é bem interessante), mas... será que já viu esta notícia?
ResponderEliminarhttp://expresso.sapo.pt/juiz-proibe-acordo-ortografico=f711441
Um deles.
ResponderEliminarCumpts.
É possível qu fosse aqui. Talvez viesse no carro operário.
ResponderEliminarCumpts.
Quem diz um cálice de aguardente...
ResponderEliminarCumpts. :)
Vi sim senhora. O «coiso» é uma porcaria tão completa que se ajeita a rejeições por tudo e por nada. Porcaria maior só o governo que parece nem ver.
ResponderEliminarCumpts.
Dou agora com seu interessante verbete de 25/10/2011 E recomendo-o.
ResponderEliminarCumpts.
A beleza dos antigos armazéns e fábricas é incomparável ao lado das aberrações que agora proliferam em «zonas industriais» e áreas comerciais suburbanas.
ResponderEliminarÉ verdade!
ResponderEliminarCumpts.
Era na rua dos Sapateiros, quase a chegar ao Rossio, num dos Estabelecimentos do Abel Pereira da Fonseca que o Fernando Pessoa ia tomar a sua aguardente. É que ele trabalhava no escritório, na Rua Nova do Almada, perto deste estabelecimento.
ResponderEliminar