| início |

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Rua da Alfândega



 Demolição dos anexos da alfândega por detrás do ministério das finanças. Estas demolições e as das casas entre a Rua da Alfândega e a dos Bacalhoeiros deram a confusão deste lugar com o Campo das Cebolas, que é mais a Leste, onde ambas se encontravam. (A.N.T.T, «O Século», Joshua Benoliel, lote 0, cx. G, neg. 032.)

17 comentários:

  1. Passei agora pelo blog «Cachimbo de Magritte». Pelos vistos por lá já não se usa a palavra «vício». Agora é «adição». Estamos no fundo do poço mas pelos vistos há quem continue a escavar.

    ResponderEliminar
  2. Já tinha lido. É um verbete sobre paneleiragem , (perdoe-se-me o vernáculo). Para quem é bacalhau basta.
    Cumpts.
    P.S.: pegando em «escavar» avive-se o termo do latim que o lhe carreia o significado. É mesmo por aí...

    ResponderEliminar
  3. Um novo terreiro de duelo ortográfico em
    http:/ aeiou.expresso.pt o-acordo-20-anos-depois =f706306
    O douto H. Monteiro e uma matilha acordita em espectáculo gratuito.
    axo k é do best, como alguém diz por lá
    cumprimentos

    ResponderEliminar
  4. Ainda pensei em escrever algo sobre o problema da «paneleiragem», mas pelo que pude constatar não vale a pena. A dita «agenda gay» é um embuste, uma mentira imposta ao Homem. Acima de estudos estatísticos, acima de questionários, feitos para justificar isto ou aquilo, na Ciência moderna, acima de argumentações falaciosas dos «engenheiros sociais» há outra verdade, eterna, universal, que está nos Antigos, em Platão, está em Luís de Camões, Francis Bacon, Goethe, está nas óperas de Mozart, no Evangelho de São João! O Homem moderno, materialista, vive deslumbrado pelo avanços da técnica, que, em boa verdade, se devem ao que foi criado na primeira metade do século XX. Depois, pouco se evoluiu, mas isto é tema para livro. Mas sobre a paneleiragem, digo sem medo, destroem as sociedades e são contra-natura. A adopção por parte dessas uniões é um atentado contra a evolução do Homem: a criança precisa de uma referência arquétipa feminina e de outra masculina! Sinto-me impotente, e nem na Universidade posso abordar o tema, sou ridicularizado. Jung deveria estar entre nós, neste momento!

    ResponderEliminar
  5. Mário Cruz27/2/12 14:40

    Caro Bic,
    Li com atenção o seu verbete sobre a Morais Soares e a hipótese de erro nas datas dos comícios republicanos. Dê uma olhada nas cotas antigas A8931 e A8858 do arquivo municipal. Vamos admitir que é a Morais Soares e não como está indicado. Por hipótese, numa das fotos vê-se o muro da Morais Soares e ao fundo a Barão Saborosa? Na outra, a "casa branca" a mesma "casa branca" que está em ambas as fotos,talvez a da quinta da Brasileira? Uma coisa é certa numa diz que a foto foi tirada da Av Almirante Reis e noutra que foi tirada na Praça de Alegria?! Ora, os locais não coincidem, salvo melhor opinião as fotos são das "traseiras da Morais Soares" um pouco acima do local que descreve e as datas são posterior a 1910. Gostaria de conhecer a sua opinião e quem sabe obter as fotos com melhor resolução.
    Cumprimentos

    ResponderEliminar
  6. Mário Cruz27/2/12 15:12

    Caro Bic, veja também Cota antiga: ACU001297
    A20338 N18298.

    ResponderEliminar
  7. Que excelente e lúcido depoimento. Isto, porque o que aqui vem descrito é mais do que um simples comentário. E quanta verdade está nele contida.
    Muitos parabéns.
    Maria

    ResponderEliminar
  8. As fotografias são ambas de Arroios: o lado do Sul da Rua do Conselheiro Moraes Soares.

    A que mostra o muro é tirada sensivelmente da nora que bordejava a esquina da Praça do Chile (onde passaram umas senhoras em tempos, pouco mais ou menos - há lá hoje uma saída de Metro); a casa era branca por altura do gaveto da Cavaleiro de Oliveira e da Heróis de Quionga (antiga Tr. do Caracol da Penha) - nem sei se não seria um dos postos fiscais que por ali houve; o casario que se encarrapita no monte ao longe, à esq., era o da outrora Az. do Pina ou Rua Barão de Sabrosa já nesse tempo (1908).

    A outra mais próxima da casa branca é sem dúvida de de 1910 (comício em 3 de Julho); o casario que se começava a apinhar por ali parece-me o da Calçada do Poço dos Mouros por alturas da Sebastião Saraiva Lima - o prédio maior em segundo plano pode ser o 77.

    Cumpts. :)

    ResponderEliminar
  9. Esta é no preciso lugar do primeiro quarteirão da Rua Pascoal de Melo, n.ºs 2-8, entre a Francisco Sanches e a Almirante Reis. Vê onde os cachopos trepam por uma prancha de madeira? O lado mais baixo é o leito do que veio a ser a Pascoal de Melo; as terras removidas devem ter servido aterrar a sua continuação através do vale da Rua de Arroios.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  10. Eu também acho que é do best(a). E acho também que o pedaço de asno devia vestir-se de saco e cobrir-se de cinza.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  11. Não merece a pena, não. Só é permitido, nestes dias democráticos, ser-se compassivo ou fanchono.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  12. Mário Cruz27/2/12 22:08

    E se casa branca for antes da quinta do saraiva contigua à travessa do caracol da penha (a parte de trás de onde foi tirada a foto) ? (folha 12K do levantamento de Silva Pinto) Ou seja, quase no cruzamento com a Morais Soares com a dita travessa. O posto fiscal seria mais na Poço dos Mouros e creio que seria um edifício mais modesto?
    Cumprimento

    ResponderEliminar
  13. Antes da quinta do Saraiva podia ser. E ele havia por ali um certo Pio Barral... Além de que a quinta do Saraiva sobrevive ainda hoje num pátio do Saraiva, um pouco mais acima...
    Uma cousa me parece certa. A casa branca era pouco mais ou menos no alto da Heróis de Quionga debrucada sobre o que é hoje uma casinha de vinhos na Cavaleiro de Oliveira.
    O posto fiscal era no Poço dos Mouros, era; num ponto no leito hoje da Morais Soares, segundo Vieira da Silva.

    ResponderEliminar
  14. Inspector Jaap29/2/12 17:41

    Caro Zephyrus ;
    Não se surpreenda que agora é só decalcar do “amaricano” à ceguinho seja eu,… e já está.
    Tenha a bondade de reparar na “maturidade” dos empréstimos e quejandos…
    Ai que saudades do meu velho professor de Francês que, quando um palerma qualquer se atrevia a fazer uma tradução no estilo dos bem-pensantes de agora, o olhava com um ar corrosivo e “chasquinhava”:
    O Francês é uma língua muito simples: bacalhau com batatas? Bacalhé avec vatates…
    Verá que não terá que esperar muito até começarem a chover cães e gatos (o plural é de propósito)
    Que tempos estes…
    Cumpts
    P.S. Já que nem sabem somar, ao menos, "aditam"

    ResponderEliminar
  15. Inspector Jaap29/2/12 17:45

    Não nos ridiculariza quem quer, mas sim que pode…acha mesmo que essas alimárias podem?
    E mais não digo, a não ser que subscrevo inteiramente a intervenção da Maria.
    Cumpts

    ResponderEliminar
  16. Inspector Jaap29/2/12 17:47

    Isso era se ele tivesse alguma noção do ridículo.
    Cumpts

    ResponderEliminar