Ontem vi por acidente isso e cheguei a pensar que estava a ler mal. Afinal... Também já me tinha perguntado quem é que iria abordar tão "bonita" coisa. Por aqui foi um fartote de rir já que implicou uma explicação prolongada a uma amiga alemã que não sabe falar português. E não, não foi um lapso. Eu vi várias vezes a mesma asneira escrita. Uma vergonha. Uma falta de brio inacreditável!!!
Na realidade os lapsos nos escritos em rodapé são tantos que até impressiona. Contudo a mioria é mesmo por analfabetismo, o que não foi o caso presente. Neste caso foi ou laxismo ou malandrice... Digo eu, é evidente.
Se fosse subversão... até que se aceitaria a coisa...
No entanto, acho que os rodapés deveriam simplesmente desaparecer. Ou porque é asneira pura a torto e a direito ou porque simplesmente cortam metade das imagens e/ou escondem as legendas...
Diz muito bem, Luísa! Para mim dava jeito, que deixei de ver a Sic desde o dia 2 deste mês, data em que fui agredido por um “direto” que me feriu a vista de tal maneira que o oftalmologista me recomendou abstinência absoluta, sob pena de ficar a enxergar mal, definitivamente… O reverso da medalha é que perco estes epifenómenos serão cada vez mais corriqueiros e (esse é que é o perigo) anestesiantes ao ponto de, a breve trecho, ninguém já dar por eles, ou, o que ainda é pior, já nem se importarem com eles, e que só são concebíveis num pobre país prestes a entrar na escuridão cultural – daqui a nada, isso é clássico, melhor, bíblico, estaremos pior que o Brasil da mesma maneira que os anti-semitas na Áustria, depois da sua anexação pela Alemanha Nazi forma bem piores que os alemães – mais tenebrosa que imaginar se possa… vão ver que, a partir de agora, como deixou de haver analfabetos por um passe de mágica do bufarinheiro intelectual (perdão inteletual) que dá pelo nome de socas, as culpas vão passar a ser sempre, não da sua própria ignorância/desleixo ou as duas, mas, outrossim do tal “corretor” que, não sendo da Bolsa, vai ser o saco fiel depositário da culpas dessas alimárias… num país digno desse nome, esse sujeito(s) era(m) despedido(s) num ápice. Que tristes tempos… Cumpts P.S. estou curioso de saber como é que conseguiu explicar “aquilo” aos teutónicos…
Devo dizer-lhe que "aquilo" até que não foi muito difícil de explicar. Disse que o correcto era um sobrenome e/ou uma árvore (os sobrenomes não são difíceis de explicar aos alemães, eles têm "pescadores", "lebres", "sapateiros" e por aí fora. Assim, Carvalho não é nada de estranho).
Depois expliquei-lhe o que era carvalho sem /v/. Aqui foi mais complicado, tive que ir à net pesquisar, é que eu digo muitos palavrões quando estou extremamente irritada, mas é sempre em português (recuso-me a aprender de forma deliberada noutras línguas ou a ensiná-los - há tanta coisa bonita para aprender na língua de CAmões!!).
No entanto, o mais difícil de explicar foi o facto de tal disparate aparecer na televisão, em pleno telejornal, em directo, em horário nobre e por aí adiante. Foi vergonhoso... mas tive que rematar com um "Portugal está assim, por isso é que eu fugi!".
Essa é mesmo boa! Lapsus scriptae???
ResponderEliminarAbraço amigo.
Foi o corretor Lince...
ResponderEliminarCumpts.
Ontem vi por acidente isso e cheguei a pensar que estava a ler mal. Afinal...
ResponderEliminarTambém já me tinha perguntado quem é que iria abordar tão "bonita" coisa.
Por aqui foi um fartote de rir já que implicou uma explicação prolongada a uma amiga alemã que não sabe falar português.
E não, não foi um lapso. Eu vi várias vezes a mesma asneira escrita. Uma vergonha. Uma falta de brio inacreditável!!!
Deliberado e diligente, portanto. O modelar corretor Lince segundo as melhores práticas...
ResponderEliminarCumpts.
Na realidade os lapsos nos escritos em rodapé são tantos que até impressiona.
ResponderEliminarContudo a mioria é mesmo por analfabetismo, o que não foi o caso presente.
Neste caso foi ou laxismo ou malandrice...
Digo eu, é evidente.
Há mesmo quem diga que foi subversão.
ResponderEliminarCumpts.
Se fosse subversão... até que se aceitaria a coisa...
ResponderEliminarNo entanto, acho que os rodapés deveriam simplesmente desaparecer. Ou porque é asneira pura a torto e a direito ou porque simplesmente cortam metade das imagens e/ou escondem as legendas...
Diz muito bem, Luísa!
ResponderEliminarPara mim dava jeito, que deixei de ver a Sic desde o dia 2 deste mês, data em que fui agredido por um “direto” que me feriu a vista de tal maneira que o oftalmologista me recomendou abstinência absoluta, sob pena de ficar a enxergar mal, definitivamente…
O reverso da medalha é que perco estes epifenómenos serão cada vez mais corriqueiros e (esse é que é o perigo) anestesiantes ao ponto de, a breve trecho, ninguém já dar por eles, ou, o que ainda é pior, já nem se importarem com eles, e que só são concebíveis num pobre país prestes a entrar na escuridão cultural – daqui a nada, isso é clássico, melhor, bíblico, estaremos pior que o Brasil da mesma maneira que os anti-semitas na Áustria, depois da sua anexação pela Alemanha Nazi forma bem piores que os alemães – mais tenebrosa que imaginar se possa… vão ver que, a partir de agora, como deixou de haver analfabetos por um passe de mágica do bufarinheiro intelectual (perdão inteletual) que dá pelo nome de socas, as culpas vão passar a ser sempre, não da sua própria ignorância/desleixo ou as duas, mas, outrossim do tal “corretor” que, não sendo da Bolsa, vai ser o saco fiel depositário da culpas dessas alimárias… num país digno desse nome, esse sujeito(s) era(m) despedido(s) num ápice.
Que tristes tempos…
Cumpts
P.S. estou curioso de saber como é que conseguiu explicar “aquilo” aos teutónicos…
Devo dizer-lhe que "aquilo" até que não foi muito difícil de explicar.
ResponderEliminarDisse que o correcto era um sobrenome e/ou uma árvore (os sobrenomes não são difíceis de explicar aos alemães, eles têm "pescadores", "lebres", "sapateiros" e por aí fora. Assim, Carvalho não é nada de estranho).
Depois expliquei-lhe o que era carvalho sem /v/. Aqui foi mais complicado, tive que ir à net pesquisar, é que eu digo muitos palavrões quando estou extremamente irritada, mas é sempre em português (recuso-me a aprender de forma deliberada noutras línguas ou a ensiná-los - há tanta coisa bonita para aprender na língua de CAmões!!).
No entanto, o mais difícil de explicar foi o facto de tal disparate aparecer na televisão, em pleno telejornal, em directo, em horário nobre e por aí adiante. Foi vergonhoso... mas tive que rematar com um "Portugal está assim, por isso é que eu fugi!".
Saudações