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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Cidla 71

Iluminações de Natal há 40 anos.

Iluminações de Natal, Lisboa, 1971
Iluminações de Natal, Rotunda, 1971.
Estúdio de Horácio de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G..

16 comentários:

  1. João Paulo2/12/11 21:31

    Na época em que ainda se celebrava a verdadeira essência do Natal: O nascimento de Jesus Cristo!

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  2. Que bonito: a Av. Fontes Pereira de Melo com um separador central largo contendo algumas árvores. Agora é algo estreito e inóspito.

    Muito obrigado por revelar estas fotos. À sua custa descobri o Arq. Municipal e o arquivo online da Gulbenkian.

    Abraço,
    Joao

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  3. João Paulo3/12/11 11:14

    É verdade João! Depois da construção da segunda estação do Metropolitano de Lisboa a antiga Rotunda da linha amarela, a faixa central da Av.ª Fontes Pereira de Melo ficou mesmo inóspita, á custa dos peões, como sempre.
    Só um pequeno acrescento, julgo que foi este o local do "banco de sangue" na revolução republicana de 1910

    Abraços
    João Paulo

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  4. Então quer dizer que o que se chama agora de "Marquês de Pombal" era chamado de "Rotunda"? (Não me batam: em 1971 ainda não era nascida, sou do Norte e não tenho família lisboeta que me conte as coisas de antigamente!)

    Diga-se de passagem que é uma iluminação magnífica, comparada com cada aberração que se vê por aí nos dias de hoje (algumas luzes lembram talhos, peixarias ou casas de fama duvidosa)!

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  5. João Paulo3/12/11 21:28

    Sim Luísa , a estação do Metropolitano chamou-se muitos anos Rotunda até a empresa lhe mudar o nome para Marquês de Pombal. Também foi muitos anos conhecida simplesmente por Rotunda, apesar de já oficialmente ser Praça Marquês de Pombal. Os lisboetas têm esta tendência para continuar a dar nomes antigos e lugares já com outra denominação, como por exemplo Sete-Rios à Praça Marechal Humberto Delgado, Campo de Santana ao Campo Mártires da Pátria e já se deu o nome Largo do Matadouro à Praça José Fontana, etc. E a iluminação de natal esta lindíssima concordo cem por cento consigo.

    Cumpts

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  6. Obrigada pelos esclarecimentos, João Paulo.
    Eu sabia que a estação tinha tido esse nome, mas não sabia que davam o nome à zona...
    Por acaso também sabia a do Campo de Santana e Campo Mártires da Pátria (tive colegas que estudaram na faculdade de ciências médicas e por causa delas fiquei a saber isso).
    Saudações

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  7. Não se havia perdida a mais ténue noção das coisas. Agora delira-se em vazio.
    Cumpts.

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  8. O banco de sangue de 1910 é uma novidade que me dá.
    Cumpts.

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  9. Sobram inúmeros casos de toponímia assim: olhe o velho Rossio cuja toponímia oficial (Praça D. Pedro IV) não pegou nem havia de pegar, apesar do imperador (do México, dizem) lá bem alto do pedestal. Idem o Areeiro, com vulto bem, bem menor e estatuária a fazer jus. Só para mencionar dois casos assaz conhecidos. A voragem da modernice, tanta vez saloia, tem tragado inúmeros outros: a Sete Rios pespegou-se oficialmente o Humberto Delgado como viu, mas no subterrâneo do Metro não se cata senão alimárias - «Jardim Zoológico» de sua graça - a bem de se não perder o incauto turista da Expo 98, justificaram-se. - Tolices! - Outro tanto com o Socorro, outrora nome de lugar, rua, largo, igreja paroquial (tudo extinto) e, finalmente, freguesia agonizante com o chafurdo administrativo em curso - diz desta última mania que para poupar uns patacos. Quanto custa a memória, alguém sabe?
    Cumpts.

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  10. Attenti al Gatti4/12/11 18:00

    E Areeiro à, de há 30 anos a esta parte, Praça Francisco Sá Carneiro,
    A.v.o.

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  11. Attenti al Gatti4/12/11 18:04

    A memória não tem preço, mas as borrachas que usam para a apagar também não são nada baratas.
    A.v.o.

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  12. Bic Laranja5/12/11 21:32

    Ora aí tem.
    Cumpts.

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  13. Mário Cruz6/12/11 15:11

    1940 - Arranque da refinaria da Sacor em Cabo Ruivo.
    É constituida a CIDLA, com 51% de capitais da Sacor, destinada à venda e distribuição de GPL. A CIDLA manteve-se sózinha no mercado até 1960.

    1975 - Na sequência da revolução de 1974 são nacionalizadas a Sacor, Sonap, Petrosul e Cidla, dando origem à Galp.

    Actualmente é a EDP, certo? Creio que as palmeiras ainda lá estão, agora um pouco maiores.
    Cumprimentos

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  14. Em 39, quando o conde de Sabrosa de desfez do seu casarão aí onde se vê o edifício iluminado, quem no adquiriu foram as Companhias Reunidas de Gás e Electricdade. Como se elas separaram não sei.
    Cumpts.

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