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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Prolongamento de percurso

« No dia 21 de Setembro de 1952 (domingo) a carreira 1 é prolongada, passando a servir o novo Bairro da Encarnação. A carreira segue pelo percurso habitual desde o Cais do Sodré até ao Aeroporto, seguindo depois pela Estrada de Sacavém [Av. da Cidade do Porto] até à Rotunda da Encarnação, onde passa a efectuar terminal.»
C. Filipe, A minha página Carris.


Autocarro 1, Rotunda da Encarnação, 1952
Autocarro 1, Rotunda da Encaranação, 1952.
Fotografia do Museu da Carris, in 255 Preservation Group.

14 comentários:

  1. Rui Franco21/9/11 07:03

    E quando é que voltamos a ter estes autocarros em Lisboa? Mais castiços, mais agradáveis, melhores para passear e ocupando menos espaço na estrada. Só vantagens!

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  2. Já uma vez aqui escrevi que os "dois andares" nunca deveriam ter deixado de ser a imagem de marca da Carris. As "latas de sardinha" suecas introduzidas a partir da segunda metade dos anos 70 constituíram um terrível golpe na qualidade do serviço prestado pela transportadora urbana lisboeta e, a meu ver, foram e são um dos principais factores de relutância face a uma maior utilização dos transportes públicos na capital.

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  3. E quem sabe se "os dois andares" não voltam mesmo?... http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1996195&seccao=Dinheiro%20Vivo

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  4. Também me veio essa... esperança?
    Cumpts.

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  5. Faço muita vez essa pergunta. Mas não há resposta.
    Cumpts.

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  6. Tal como muitos outros, também eu me pergunto sobre o desaparecimento dos dois andares.
    Digno de figurar nos compêndios da ignorância.
    Outra coisa curiosa é o desaparecimento das carreiras de autocarros.
    Haja pachorra!

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  7. Diz que são os custos. Mais barato é não haver autocarros, lá isso é.
    Cumpts.

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  8. Rui Franco21/9/11 23:39

    E sabem que a Salvador Caetano exportava "dois andares" para Hong Kong?

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  9. Attenti al Gatti22/9/11 01:48

    O hipotético retorno dos velhos dois pisos colocaría, entre outros, os seguintes problemas: sendo cada vez maior o número de idosos, que constituem uma grossa parcela dos passageiros transportados e tendo muitos deles dificuldades em subir e descer, mesmo nos novos autocarros de piso rebaixado, como convencelos a subir para o piso de cima? É que não podem viajar todos em baixo. Há uma lotação a respeitar. E quanto aos carrinhos de bébé, que misteriosamente cada vez são mais, embora haja cada vez menos nascimentos? E ainda há a moda das malas de rodinhas que faz com que o que cabia antigamente numa pequena mala ou mochila, agora tenha que ser transportado em autênticos guarda-fatos ambulantes.
    A.v.o.

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  10. Tudo isso é verdade, meu caro, sendo sem dúvida limitações a ter em conta. Em todo o caso, veja-se Londres: continuam por lá e abundantes os "Double Deckers" (convivendo é certo, com autocarros de um só piso) e também por lá há idosos, carrinhos de bebés, malas com rodas.

    Parece até que está em fase avançada de desenvolvimento um novo "dois andares", para a rede de transportes londrina, a ser construído na Irlanda do Norte e de que já foram apresentadas imagens, se não de um protótipo operacional, de uma maqueta à escala 1:1.

    Eles lá saberão como compatibilizar as coisas, suponho.

    Saudações,
    Costa

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  11. Ia dizer que são as que diz razoes de fôlego enorme para figurarem no preâmbulo duma boa directiva comunitária, e de seguida malhar naqueles ingleses sem emenda, que ainda circulam no lado errado da estrada como no tempo dos romanos. Pois dos ingleses já Alguém disse, não foi?!...
    Cumpts. :)

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  12. Attenti al Gatti22/9/11 23:22

    É evidente que se podem compatibilizar os idosos, os carrinhos de bébé, etc.com os autocarros de dois pisos. Basta modificar-lhes o interior, tal como aconteceu com autocarros mais recentes, de modo a permitir nos mesmos o transporte de bicicletas, por exemplo. Mas isso prejudicaria a imagem nostálgica que temos deles. Fora isso, só vejo outra solução: aumentar o número de lugares reservados e, quanto a carrinhos de bébé e malas volumosas, fazer cumprir a lei, o que se me afigura ainda mais difícil que alterar os interiores.
    A.v.o.

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