Uma boa ideia, planeada em cima do joelho. O INAC ainda não licenciou, segundo parece por não reunir as condições necessárias e suficientes para operar com o tipo de helicóptero militar ao serviço na ilha adjacente. Há quem fale entre outras razões, a do peso da máquina voadora. Salvo melhor opinião, não teria sido previdente (senão mesmo exigível)que os doutos engenheiros "políticos" que planearam a coisa tivessem consultado os especialistas ? Ou fizeram-no e estes são tão maus como aqueles ?
Se o problema fosse apenas este heliporto, estaría tudo bem. Mas, e as bibliotecas megalómanas e desertas? Duas marinas que custaram milhões e em que os barcos não conseguem entrar devido à má localização das mesmas? Um parque industrial enorme que não tem industrias... e mjuito, muito mais.
Uma boa ideia, planeada em cima do joelho.
ResponderEliminarO INAC ainda não licenciou, segundo parece por não reunir as condições necessárias e suficientes para operar com o tipo de helicóptero militar ao serviço na ilha adjacente. Há quem fale entre outras razões, a do peso da máquina voadora.
Salvo melhor opinião, não teria sido previdente (senão mesmo exigível)que os doutos engenheiros "políticos" que planearam a coisa tivessem consultado os especialistas ?
Ou fizeram-no e estes são tão maus como aqueles ?
Especialistas consultaram; empreiteiros de obras.
ResponderEliminarCumpts.
Que bela obra.
ResponderEliminarRica obra, antes se diria.
ResponderEliminarCumpts.
É uma nova modalidade de heliporto: o helitorto. À portuguesa, pois claro!
ResponderEliminarA.v.o.
Helitorto. Sim emparelha bem com tudo o resto.
ResponderEliminarCumpts.
Se o problema fosse apenas este heliporto, estaría tudo bem. Mas, e as bibliotecas megalómanas e desertas? Duas marinas que custaram milhões e em que os barcos não conseguem entrar devido à má localização das mesmas? Um parque industrial enorme que não tem industrias... e mjuito, muito mais.
ResponderEliminarClaro, claro. Mas eu só consegiu meia fotografia do heliporto...
ResponderEliminarCumpts.