O sr. ministro Relvas dos assuntos parlamentares, nascido no Ribatejo e natural de Lisboa, disse à imprensa que a renda de mais € 600.000,00 da loja do cidadão nos Restauradores é exagerada. Eu não sei preços de rendas ali nem a área da loja, mas admito que assim parece; o sr. ministro observa bem. Só não sei claramente o que lhe vai na ideia para resolver o caso, pois apenas o ouvi mencionar freguesias populosas dos concelhos de Lisboa (Pontinha) e de Sintra (Cacém), e misturá-las ao acaso com o concelho da Amadora e, por fim, como que para não ofender alguém, Almada.
E já agora, as lojas do cidadão são da pasta dos Assuntos Parlamentares, ou só assunto para parla...?
Comício, Arroios, 1908.
António de Novais, in Arquivo Fotográfgico da C.M.L.
E onde, exactamente, em Arroios? Será na velha rua de Arroios? Será que o terreno que se vê em primeiro plano ficaría entre essa artéria e a Av. Almirante Reis?
ResponderEliminarA.v.o.
É entre a António Pedro e a Av. D.ª Amélia, no quarteirão acima da Portugália.
ResponderEliminarCumpts.
O local onde está o fotógrafo e onde decorre o comício é entre a Rua António Pedro e a Rua Alves Torgo?
ResponderEliminarUm pouco ao lado. É entre a actual Almirante Reis e a António Pedro.
ResponderEliminarSe me permite, identificarei o que se vê na fotografia.
ResponderEliminarOs dois edifícios mais em evidência são as trazeiras dos números 49 e 51 da Rua José Falcão, que ainda se mantêm de pé sem alterações.
À direita, meio escondida por estes, vê-se a fachada do n.º 60 da mesma rua, também existente e onde se situa uma loja de ferragens, que é um dos poucos estabelecimentos antigos da zona.
Já o enorme edifício em construção na extrema direita não teve a mesma sorte e foi demolido nos anos 80, dando lugar um ainda maior com um banco no piso térreo.
Para a esquerda, encontra-se uma construção meio desconjuntada com andaimes, que devia ser o gaveto da Rua José Falcão para a António Pedro substituído em 1960 e tal pelo que ainda lá está hoje.
Segue-se o edifício do outro lado da rua, esquina com a António Pedro, onde durante muitos anos houve uma mercearia, hoje pintado de amarelo gema de ovo.
Finalmente, o edifício à esquerda em construção, de que só se vê uma parte é o que ainda lá está, no gaveto com a Alves Torgo.
Acho que não me enganei.
Cumprimentos.
Um tiro em cheio. Apenas corrijo os números de polícia; são o 47 e o 49 (o 51 é o lote vazio antes do que se ia construindo no gaveto da António Pedro); e o da loja de ferragens tem os nºs 54-58. No prédio da gema de ovo há hoje um lugar de frutas e hortaliças com nome russo e o da esquina com a Alves Torgo foi demolido há poucos anos; há lá hoje um novo.
ResponderEliminarÚltima nota: Jorge de Sena morou na casa meia desconjuntada e com andaimes que se constrói no gaveto SE da José Falcão com a António Pedro.
Fica uma panorâmica coeva de Arroios.
Cumpts.
Muitos boas estas fotografias!
ResponderEliminarHonra ao fotógrafo.
ResponderEliminarCumpts.