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sexta-feira, 3 de junho de 2011

O que é a I.L.C.

 Parabéns aos autores do vídeo pelo laborioso empenho nesta Inicitaiva Legislativa de “Cidadãos que pensam e não obedecem só”, como diz a professora Maria do Carmo Vieira no filme. Pena é que argumentação séria e fundamentada sobre um problema que não existia se não fosse inventado não atinja facilmente as mentes limitadas que o criaram. Compare-se o que no vídeo se rebate (e o modo de o fazer) com a paupérrima campanha eleitoral a que acabámos de assistir para percebermos onde está a raiz dos tormentos por que passamos.
 Mas os CIDADÃOS entendem a mensagem. Obrigado!


 



Apresentação da I.L.C.
Montagem de Luís Romero, in Tubo.

7 comentários:

  1. Meu Caro Bic,
    as tais mentes dificilmente podem ser atingidas, por inexistirem. Lembremos como Maurras se dirigia ao Procurador da República: «Sr. Representante da Mulher Sem Cabeça»...

    Abraço

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  2. Anónimo4/6/11 18:01

    Excelente vídeo. Por mim agradeço-lhe o tê-lo trazido aqui. Parabéns ainda a quem o concebeu e realizou.
    A Senhora Professora Maria do Carmo Vieira é uma heroína. Haverá outros e outras, mas esta Senhora merece uma distinção honrosa pela luta que trava há anos, quando ainda quase ninguém falava no crime de lesa-língua que o Ministério da Educação estava a implementar através dos seus vergonhosos programas de português que mais não faziam senão abastardar a nossa língua e, gravíssimo, a influenciar criminosamente crianças e jovens, porque a mentalizá-los através do (péssimo) ensino OFICIAL, que a nossa língua falada e escrita pode ser pontapeada e maltratada porque não há problema algum. O modo como se impõe que a nossa língua seja ensinada, por decreto do Ministério da (Des)educação, nas escolas do país é um verdadeiro atentado à nossa soberania como povo. A língua, tal como disse Pessoa e também refere a Prof. Maria do Carmo Vieira, é um assunto do foro espiritual que diz respeito a todos nós e não só a alguns iluminados. E não se muda por decreto, mas pelo contrário evolui naturalmente com a passagem do tempo.
    Esta Senhora Professora deveria ser chamada mais vezes às televisões para denunciar e desmascarar aqueles que estão por detrás deste autêntico atentado a um bem natural que pertence a todo um povo e não a meia dúzia de lunáticos semi-analfabetos que do alto da sua ignorância crassa (e de um oportunismo sem medida) e valendo-se da posição institucional que detêm, estão a fazer o jogo de potências estrangeiras a troco de interesses económicos, imagina-se com que brutas contrapartidas.

    Este acordo decisivamente é unívoco. Nós, segundo o acordo, teríamos que anular a maior parte das consoantes mudas e surdas excepto as que o léxico brasileiro também mantém... e coisa curiosa e inacreditável, eles não terão de fazer exactamente o oposto, isto é, acrescentar as tais consoantes que faltam nos vocábulos que as não possuem e deveriam possuir! Porquê esta disparidade de critérios quando a língua portuguesa nasceu em Portugal e aqui foi desenvolvida, estruturada e uniformizada e não no Brasil?
    Só um exemplo, que me ocorre neste momento, mas haverá muitos outros: os brasileiros pronunciam fonèticamente o P no vocábulo INADAPTAÇÃO e porque o fazem lá (e muito bem)... cá NÃO lhe retiraram a consoante (espero eu!)... Isto é para rir não fora um caso demasiado grave. Ou seja, estamos submetidos aos ditames dos traidores à Pátria e à língua, que se puseram de joelhos perante meia dúzia de traidores do outro lado do Atlântico. E digo meia dúzia, porque a maioria dos brasileiros amantes da sua língua, que é também a nossa, estão em total desacordo com as alterações que o "acordo" quer introduzir na nossa lindíssima língua comum.

    Até no Brasil, numa entrevista de rua se não estou em erro, uma brasileira criticava acerbamente o facto de o M. da E. lá do sítio estar a aconselhar (não sei se já a adoptar por decreto) o ensino de um novo léxico às crianças, ou seja, a fomentar o uso, a par do português correcto, do linguajar das favelas e do falado por gente pouco ou nada instruída, em que, por exemplo, o sujeito está no singular e o verbo no plural e vice-versa (entre muitas outras bacoradas do estilo)! A senhora referia que o português bem falado e bem escrito deveria ser uma missão obrigatória no ensino oficial e era apologista em absoluto de empregar-se sempre, na oralidade e na escrita, o português correcto.
    Maria

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  3. Bic Laranja4/6/11 23:40

    Este Acordo é um pesadelo. Precisamos de acabar com ele depressa. É horripilante ver o português cheio de aleijões promovido por esses vermes nojentos que são a R.T.P. e a Lusa.
    Cumpts.

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  4. Bic Laranja4/6/11 23:41

    ois aí está a dificuldade.
    Cumpts.

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  5. caro amigo, uma iniciativa necessária e urgente; porque hoje quando esperava pelo jogo da selecção de futebol li uma aberração na tv do estado: em vez de colocarem a palavra espeCtadores, escreveram espetadores (sem o C), e me lembrei que espetadores é um dos nomes dados aos picadores na tourada espanhola, em especial na galiza e nas astúrias

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  6. Anónimo5/6/11 02:29

    Tem toda a razão. Este ultraje à língua portuguesa está ultrapassar as marcas. Há um bocado li em subtítulo na RTP, novamente, porque isto já vem de longe, além do vergonhoso DIRETO que está aposto no topo esquerdo quando é o caso, a palavra AÇÃO... Ainda olhei duas vezes para verificar se se tratava de um novo vocábulo, mas não, o que eles queriam era informar sobre o movimento em presença que se estava a desenrolar no momento, isto é: ACÇÃO=MOVIMENTO.
    Quer dizer que agora vamos todos pronunciar fonèticamente as palavras às quais lhes retiraram as consoantes que têm a finalidade de, salvo raríssimas excepções, abrir tònicamente as vogais que as precedem, ou seja, à brasileira: âçao, dirêto, fâto, (pepinos) inf'tados, excêção etc., etc. Isto é de bradar aos Céus. Malditos sejam e diabos os levem.
    E que Deus nos defenda destes verdadeiros psicopatas.
    Maria

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  7. «ultraje à língua portuguesa»
    «Malditos sejam e diabos os levem.
    E que Deus nos defenda destes verdadeiros psicopatas.»

    Nada a acrescentar, está tudo dito.

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