O tolo do Coelho apareceu ontem ou anteontem com aquela conversa sem nexo dos feriados e a produtividade. Os oligarcas que seguravam o Sócrates já o largaram; espremeram o que conseguiram e deitam-se agora, aperaltados com o fraque da troika, a segurar este Coelho para desbastarem o que resta...
Ontem estava um a dar na televisão, em Almada, diante dum pé-de-microfone:
— Já sabe em quem vai votar?
— Sei sim senhor.
— Em quem?
— É nos comunas.
Portugal acabou. O resto é folclore.
exactamente.
ResponderEliminarPois!... Que triste era que me foi dada a viver.
ResponderEliminarCumpts.
Apesar de não ter a honra de fazer parte dos blogues que merecem a barra lateral do Bic Laranja, gosto deste blogue. Só não gosto é que estrague um bom post com uma má* fotografia.
ResponderEliminar*Más no sentido do conteúdo.
Coitado do Portugal amortalhado...
ResponderEliminarPortugal não existe, é só uma ideia a que estamos habituados.
ResponderEliminarCumpts.
Compreendo. O verbete também não tem lá grande conteúdo.
ResponderEliminarGrato pelo apreço.
Governados por partidos, para mais filiados em Internacionais, não há pequeno País que resista.
ResponderEliminarO último a sair que apague as luzes.
Abraço, Caro Bic
Nem vale a pena. É deixar acesas e sair sem fechar a porta.
ResponderEliminarCumpts.
...fico triste com esse desencanto tão profundo.
ResponderEliminarA nação não vale mais do que tal encolher de ombros?
Quem é Portugal? Apenas os vis? E quem ama a sua História e tem orgulho em tantos que perderam a vida por ideais hoje em desuso?
E os que partiram, com a pátria no coração, mesmo que destroçados na alma?
E os que, apesar de tudo, regressam? E recomeçam?
E os que ainda nascem? Não existem palavras de ânimo e Fé, para esses? Nenhumas?
É assim que nos deixamos tombar pelas armas vãs de inimigos voláteis?
Que exemplos, cavalheiros, tomais de tantos vultos que por certo honrais?
E se aqui se recorda o passado com esta nostalgia entre o amoroso e o desesperado, não bebe nele a vitalidade para refazer o presente em direcção a um novo futuro?
Porquê, então, defender a língua-mãe?
Para quê insistir?
A que propósito existir?
Que são quatro décadas na História de um povo? Haja esperança.
ResponderEliminarSão demasiados. Os vis e os que encolhem os ombros que digam o que vale a Nação. A gente cansa-se. Os que vão, vão por isto. Os que tornam desiludem-se. Os exemplos são vultos no passado - que Deus os haja. Defender o idioma pátrio nesta altura é um estrebuchar de moribundo - olhe, para afugentar o desalento.
ResponderEliminarExiste-se já só porque sim. Até o sebastianismo foi derrotado.
Cumpts.
E quanto mais ainda vão durar as quatro décadas?
ResponderEliminarCumpts.