Cá está!
Não conhecia a palavra «idioleto». Sabeis como a li? Idiolêto... (1)
A primeira vez que me aconteceu [o fecho de vogais protónicas (2) motivado pelo brasileiro] foi no tempo da escola primária com o Tio Patinhas, o pato mais rico do Mundo, que faturava, fa-turava, fâ-tu-rá-va que se fartava. E eu nunca tinha ouvisto uma factura sequer.
(Tio Patinhas in Universo Disney.)
(1) Idioleto é escrita brasileira; a forma correcta é, naturalmente, idiolecto e pronuncia-se com o 'e' aberto como facilmente o leitor perceberá pela consoante etimológica.
(2) O fenómeno de fechameneto das vogais característico do português agrava-se com a leitura da escrita brasileira e afecta inclusivamente vogais tónicas, como vemos aqui com o pouco conhecido idioleto lido dum brasileiro, e como veremos mais cedo ou mais tarde com os aberrantes diretos da R.T.P.
Caro Bic:
ResponderEliminarE eu que pensava que «idiolêto» era a variedade de uma língua própria de um idiota, como os mentores do dito «acordo»! Santa ignorância a minha...
Cumprimentos
O curioso foi ter lido tanto esses livrinhos e nunca ter ficado afectada pela grafia ou pela entoação; ter sempre distinguido o tom, quando chegaram as novelas, nunca ter sido necessário 'tradutor' ou ajuste.
ResponderEliminarO curioso é que por lá às vezes parecem castelhanos e nos forçam a ajustar a língua portuguesa à sua incapacidade de compreensão.
Eu também li idiolêto. Fique a pensar "o que será?". Depois continuei a ler e percebi que é resultado dessa palhaçada que alguns palhaços resolveram levar adiante.
ResponderEliminarQuanto ao que a leitora diz sobre o facto de não ter o seu portuguÊs influenciado pela leitura das bandas desenhadas brasileiras... eu também não me senti influenciada pelo brasileiro dos livros e das telenovelas. Porque antes se escrevia português com decência, com brio, com rigor. Agora, com estas novas influências brasileiras, com a falta de cuidado e com a estupidez crescente de quem aparece a escrver e a falar na televisão, na rádio, nos jornais... acredito que eu vá ter certas dfificuldades em breve!!
Ah! Ah! Ah! E é! E é! Idiolecto que não.
ResponderEliminarCumpts
É curioso que eu também não, mas é como diz a estimada Luísa mais abaixo; cimentámos o português com outras leituras. O fâ-turar do Tio Patinhas passou a contar como factura e não houve prejuízo.
ResponderEliminarJá agora: são escoteiros ou escuteiros Mirins?
Cumpts
Guarde o prontuário. Agarre-se aos dicionários. Compre livros em alfarrabistas. Desligue a R.T.P.
ResponderEliminarDeclare objecção de consciência e peça asilo na Suíça.
Cumpts. :)
Mas é isso mesmo que eu tenho feito. Tudo à base do papel, anterior a 2010...
ResponderEliminarOu é isso ou dou um nó na cabeça com esta confusão de português, brasileiro, pseudo-pretuguês e alemão (a pontuação alemã, por exemplo, baralha-me muito a pontuação portuguesa!!).
Quanto ao "exílio"... olhe que... não é coisa que eu já não tenha pensado (principalmente depois de um noticiário, seja ele em que canal for!!)
Saudações
É mesmo asilo. Político...
ResponderEliminarCumpts.
coisa esquisita, no meu tempo de miúdo li muitos livros de BD brasileira ou escrita em Português do Brasil e não fiquei afectado (para não falar nas novelas da Globo, algumas icónicas) e veio um grupúsculo de intelectuais a dizer que o Português brasileiro era prejudicial as nossas crianças que andavam na primária e andaram a alterar as histórias todas da disney e de outros criadores cujas traduções vinham em Português Br. para Português Europeu e nas revistas disney trocaram os nomes mais ou menos brasileiros por nomes tão portugueses como "Louis" ou "Tom" "Sam" entre outras pérolas e algumas revistas científicas de terras de Vera Cruz foram sendo retiradas do mercado apesar de serem material de apoio escolar para todos os níveis de ensino e substituídas por tristes versões nacionais que não passam de traduções trasnliterais das edições espanholas ou alemãs de revistas semelhantes (Ver caso da Super Interessante)
ResponderEliminarE passados cerca de vinte de poucos anos desta reformulação na BD querem nos por de novo a falar uma espécie de brasileiro que soa mais mal do que o chamado francês colonial ou francês à Mário Soares, ora meus inimigos da república em sonoro brasileiro e para não ser reles, vão se catar