
Ribeira de Alcântara debaixo do arco grande do Aqueduto para jusante, Lisboa, 1939.
Eduardo Portugal, in Arquivo Muncipal de Lisboa / Núcleo de Fotografia.
Vista actual
Av. Calouste Gulbenkian debaixo do arco grande do Aqueduto para jusante, Lisboa, [2007-08].
Vistas de rua do Google (c) 2010.
A consoror Luísa tem à beira-Tejo uma reflexão interessante sobre as ribeiras de Lisboa.
A minha pergunta é: onde está a ribeira?!? Depois admiram-se que há rebentamento de tubos, inundações e afins...
ResponderEliminarQue eu saiba a ribeira está encanada ou canalizada sob a Av de Ceuta, até ao Tejo, daí ser também conhecido pelo caneiro de Alcantara.
ResponderEliminarEstá encanada, está. Ei-la...
ResponderEliminarCumpts.
Obrigada, Bic, pela referência. É sabido que parte da Lisboa ribeirinha está construída sobre terras muito «movediças», ou porque foram roubadas ao rio, ou porque o foram às ribeiras. Sei de alguns prédios na zona de Alcântara, prédios modernos, dos anos setenta do século passado, em cujas caves há bombas de extracção de águas que funcionam vinte e quatro horas por dia. Um bocadinho arrepiante, não é? :-S
ResponderEliminarA sua ideia foi muito interessante e dá pano para mangas.
ResponderEliminarSobre as zonas de aluvião, elas são conhecidas. E também dava pano para mangas a razão de serem tão definitivamente ignorada.
Cumpts.
Não são só os rios e ribeiras que estão encanadas, por essa cidade de lisboa, mesmo leitos de antigos rios foram aterrados e um dia.....
ResponderEliminarO que me estranha mais nestes senhores do urbanismo é autorizarem a contrução de edificios em cima de nascentes como no Campo Pequeno ( zona Apolo 70 ) onde um centro comercial tem bombas a tirar água de nascente em permanência.
Autorizam tudo. Até vendem a mãe se necessário.
ResponderEliminarCumpts.