O meu avô trabalhava para os C.F.M. e como tal, tinha direito a casa. Situava-se na Vila Gorjão, uma correnteza de edifícios com enormes apartamentos, cujas traseiras davam para a secção de oficinas de locomotivas. Gostava imenso de ficar a ver as operações a partir da varanda dos meus avós: máquinas chegavam, outras partiam, umas a carvão, outras a electricidade. Havia uma ponte giratória e de facto, o complexo era enorme, bem organizado e eficiente. Ainda existirá?
Tinha alguns amigos que viviam na vila Gorjão em Lourenço Marques O Cepriano de Jesus Vanancio E um outro que gostaria saber o paradeiro Tinha a alcunha de Pilú mas nao me lembro o nome
Olá carissimos, A Vila existe sim, tenho 30 anos e faço parte da história destes últimos 30 anos. Na parte de traseira o acesso já não é directo como (supostamente) um dia foi. Vive lá actualmente uma miscelânea entre jovens engenheiros a trabalhar nos CFM e reformados - viúvas da mesma empresa que outrora desempenhavam nobres funções como Capataz, Manobrador, Electricistas Seniores, Maquinistas, Inspectores. A alegria e amizade que sempre caracterizam a Vila são valores passados de geração em geração. Quem tiver mais fotos por favor partilhar
O meu avô trabalhava para os C.F.M. e como tal, tinha direito a casa. Situava-se na Vila Gorjão, uma correnteza de edifícios com enormes apartamentos, cujas traseiras davam para a secção de oficinas de locomotivas. Gostava imenso de ficar a ver as operações a partir da varanda dos meus avós: máquinas chegavam, outras partiam, umas a carvão, outras a electricidade. Havia uma ponte giratória e de facto, o complexo era enorme, bem organizado e eficiente. Ainda existirá?
ResponderEliminarÉ seguir a ligação que eu aí pus. Parece-me que certas linhas agora são mato. Outras em ziguezague.
ResponderEliminarCumpts.
Tinha alguns amigos que viviam na vila Gorjão em Lourenço Marques
ResponderEliminarO Cepriano de Jesus Vanancio
E um outro que gostaria saber o paradeiro
Tinha a alcunha de Pilú mas nao me lembro o nome
Olá carissimos,
ResponderEliminarA Vila existe sim, tenho 30 anos e faço parte da história destes últimos 30 anos.
Na parte de traseira o acesso já não é directo como (supostamente) um dia foi.
Vive lá actualmente uma miscelânea entre jovens engenheiros a trabalhar nos CFM e reformados - viúvas da mesma empresa que outrora desempenhavam nobres funções como Capataz, Manobrador, Electricistas Seniores, Maquinistas, Inspectores.
A alegria e amizade que sempre caracterizam a Vila são valores passados de geração em geração.
Quem tiver mais fotos por favor partilhar
Grato pelo seu comentário.
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