A antiga Emissora 2, entre as 9h00 e 9h15 de hoje, falou por três vezes na independência de Angola.
Largo D. Afonso Henriques e Av. Álvaro Ferreira, Luanda, [s.d.].
(S.E.I.T./D.G.I., 286212, cx. nº 445, env. nº 19.)
Fotografia amavelmente cedida pelo sr. António Fernandes.
Antena 2
Entre as 9h00 e as 9h15 de hoje, a Antena 2 falou por três vezes na independência de Angola.
Av. do 1º Congresso do M.P.L.A. (Largo D. Afonso Henriques e Av. Álvaro Ferreira), Luanda, [s.d.].
Martin Wolter, in Panoramio.
Já que o nosso Estado não defendeu os interesses dos angolanos pretos e brancos aquando do abandono de uma parcela do então território nacional, já que o nosso Estado continua a ignorar as campas e os corpos daqueles que deram a vida pela sua pátria, pergunto se ao menos reclamou as estátuas que por lá foram apeadas ?
ResponderEliminarTalvez não. Mas a emissora nacional sabe quando foi a independência.
ResponderEliminarCumpts.
As estátuas continuam em Luanda. Estão apeadas na fortaleza de Luanda num espaço que pretende ser um museu.
ResponderEliminarUm museu de quê, do colonialismo?
ResponderEliminarCumpts.
Pois, Caro Bic, deveria ser um museu de uma época de (verdadeiro) progresso a que a canalhocracia vigente - cá e lá - pôs termo violento e sangrento. Agora, é a miséria e a corrupção que se vê. E nós para lá caminhamos a passos largos, se ninguém com Alma e Coragem se opuser a esta catástrofe anunciada. E os nossos soldados continuam a ir para a guerra, só que agora para defender vergonhosamente os interesses de potentados estrangeiros.
ResponderEliminarCumprimentos.
Angola grande e pacífica! Luanda linda, quem te viu e quem te vê... Que desperdício, meu Deus! Tudo foi em vão.
ResponderEliminarObrigada pela primeira foto que nos mostra a graciosidade e perfeição urbanística de uma pequena parcela da bonita Luanda de então. E obrigada pela segunda, para podermos fazer as devidas comparações.
Cumprimentos.
Maria
Isso de tropa para defender potentados estrangeiros é pertinente. Só no Ultramar é que a nossa tropa estava mal...
ResponderEliminarE agora em Portugal não está bem nem mal porque nem há cá tropa.
Cumpts.
Av. do 1º Congressso do M.P.L.A.: - Um regalo!...
ResponderEliminarCumpts.
Realmente o nome da Av. é do melhor...
ResponderEliminarUma coisa não se lhes pode negar, um apurado bom gosto para escolher nomes de avenidas e porventura largos:-)
Maria
Eu disse que o espaço "pretende ser um museu". Estive lá em 2007 e aquilo era um amontoado de sucata de material de guerra.Creio que o "museu" estaria sobordinado à temática da "luta de libertação". As estautas estavam dispersas pelos pátios e esplanadas da fortaleza (com vista soberba sobre a Baía de Luanda).
ResponderEliminarEles dizem que é da luta de libertação. De museo aquilo não tem nada excepto sucata de material militar e dois T6 (avião de caça a hélice com as insígnias da FAP) a ladiarem a porta da fortaleza. As estatuas estão dispersas pelo pátios e esplanadas do forte, que tem uma soberba vista sobre a baía de Luanda
ResponderEliminarhttp://www.sanzalangola.com/galeria/albun76
ResponderEliminarPor acaso entendi que atulhavam o espólio (esbulho, melhor dizendo) à espera de virem um dia a fazer um museu. Não percebi que o 'museu' estivesse já aberto.
ResponderEliminarMuseu da luta de libertação é um bom eufemismo para museu do colonialismo. Não devem ter querido ferir os colonizadores...
Cumpts.
Gosto e imaginação. Prodigiosamente monolíticas, a julgar pelo apreço pelo pedestal da estátua.
ResponderEliminarCumpts.
Muito interessante.
ResponderEliminarGrato pela referência.
... E pelo inenarrável «bunker» vertical e hepático do fundo... Está visto, gostam de menhires à Obelix...
ResponderEliminarMas o que seria de esperar de bárbaros em auto-gestão?
Cumprimentos