Interessante detalhe sobre a taxa de juros sobre empréstimos da dívida pública nos quadros em baixo, à direita.
Exposição Internacional de Paris (Pavilhão de Portugal. Sala do Estado), 1937.
Comissário: António Ferro. Autor do Pavilhão de Portugal: Keil do Amaral.
Fotógrafo: Estúdio Mário Novais (1933-1983), in Biblioteca de Arte da F.C.G..
Um Pavilhão muito bonito, imponente e sobretudo original. Hoje não há disto, nem em grandeza nem em originalidade. Tenho visto cada um que Deus me livre. Então se os compararmos aos extraordinários Pavilhões da Exposição do Mundo Português de 1940, nem é bom falar porque não há comparação possível.
ResponderEliminarQuanto à estatuária pós 25/4, em Lisboa e arredores, é de tão mau gosto e de material tão tosco, que não se acredita como foi possível os projectos dos respectivos "escultores" terem sido aprovados pelas várias Câmaras Municipais... Por cunhas é claro, só pode.
Maria
Sabe! Se os pavilhõees eram de Portugal, que haveria para lá representar senão Portugal? Hoje é impossível. Não há mais pequena ideia de Portugal (daí os monos que benevolamente classifica como estatuária). É um nome que se usa por não haver (ainda) sido descoberto outro.
ResponderEliminarCumpts. :)