Acredite, porque eu também ouvi. Que belo exemplo de quem o proferiu não haja dúvidas... Cada vez mais eles se expressam de um modo gramaticalmente inadmissível, seja em discursos orais ou escritos, mesmo aqueles supostamente pertencentes à 'elite'. Até os mais velhos, intelectuais ou outros, com conhecimentos e cultura acima de qualquer suspeita, deveriam dar o exemplo mas não dão (há algumas semanas ouvi o Prof. A. Moreira(!) dar uma ou duas calinadas na televisão...; em todos eles a asneira acontece sempre na conjugação dos verbos e não raro na fonética). Todos, incluíndo ministros, doutores, engenheiros, etc., na sua grande maioria com estudos superiores feitos no anterior regime onde o ensino era a valer - regime no qual uma criada de servir com a terceira classe falava melhor do que alguns "doutores" e "engenheiros" o fazem agora - resolveram não conjugar o verbo principal das orações!!!
Isto significa o que a Profª. Maria do Carmo Vieira tem dito e repetido dezenas de vezes: estão não só a maltratar vergonhosamente a língua portuguesa, como se encaminham a passos largos para acabar com ela. E honra lhes seja, a empresa iniciada há mais de trinta anos vai em franco progresso. E a culpa cabe inteirinha ao sistema de educação, ao ministério e a quem nele vem elaborando desde então os respectivos programas. Claro que esta gente de má índole não sabe o mal que está a fazer às novas gerações, de que resultarão perfeitos analfabetos. Aliás presentemente e com os estudos já todos feitos, há-os aos magotes.
Trata-se de um crime de lesa-língua portuguesa, propositadamente incentivado pelo ministério da (des)educação através dos seus programas, é o mínimo que se pode dizer. Um escândalo nacional a que há que pôr termo urgentemente. Cumprimentos. Maria
Afinal não me enganei. Do prof. Adiano Moreira disse o Marcello Caetano que era um advogado não muito brilhante. A prof. Maria do Carmo Vieira está carregada de razão, mas isto já não se endireita. O nosso léxico é diariamente povoado de barbarismos por bípedes que não cacarejam a custo meia dúzia de vocábulos portugueses. Isto está cada vez mais um crioulo do amaricano. Cumpts.
Pois eu sei... tenho um cá em casa há uma eternidade. E apesar das boas críticas que ouvi (de gente em quem confio para escolher livros!) ainda não peguei no calhamaço. Mas prontoSS... vamos de mal a pior. Há lapsos que acontecem a todos (quem nunca pecou que atire a primeira pedra), mas uns há... que devem ter mais cuidado primeiro, com o que dizem devido à sua exposição e em segundo lugar com as críticas que fazem, pois sujeitam-se a que o cuspo lhe caia na cara, como é aqui o caso do senhor dos livros...
Já foi contaminado, então!... Coitado...
ResponderEliminarPois! Já viu...
ResponderEliminarCumpts.
- Mas quer dizer que dantes não era já assim?!...
ResponderEliminarAcredite, porque eu também ouvi. Que belo exemplo de quem o proferiu não haja dúvidas...
ResponderEliminarCada vez mais eles se expressam de um modo gramaticalmente inadmissível, seja em discursos orais ou escritos, mesmo aqueles supostamente pertencentes à 'elite'. Até os mais velhos, intelectuais ou outros, com conhecimentos e cultura acima de qualquer suspeita, deveriam dar o exemplo mas não dão (há algumas semanas ouvi o Prof. A. Moreira(!) dar uma ou duas calinadas na televisão...; em todos eles a asneira acontece sempre na conjugação dos verbos e não raro na fonética). Todos, incluíndo ministros, doutores, engenheiros, etc., na sua grande maioria com estudos superiores feitos no anterior regime onde o ensino era a valer - regime no qual uma criada de servir com a terceira classe falava melhor do que alguns "doutores" e "engenheiros" o fazem agora - resolveram não conjugar o verbo principal das orações!!!
Isto significa o que a Profª. Maria do Carmo Vieira tem dito e repetido dezenas de vezes: estão não só a maltratar vergonhosamente a língua portuguesa, como se encaminham a passos largos para acabar com ela. E honra lhes seja, a empresa iniciada há mais de trinta anos vai em franco progresso. E a culpa cabe inteirinha ao sistema de educação, ao ministério e a quem nele vem elaborando desde então os respectivos programas. Claro que esta gente de má índole não sabe o mal que está a fazer às novas gerações, de que resultarão perfeitos analfabetos. Aliás presentemente e com os estudos já todos feitos, há-os aos magotes.
Trata-se de um crime de lesa-língua portuguesa, propositadamente incentivado pelo ministério da (des)educação através dos seus programas, é o mínimo que se pode dizer. Um escândalo nacional a que há que pôr termo urgentemente.
Cumprimentos.
Maria
Não posso!! A sério?!?! Ah!! A minha alma 'tá parva!!!
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ResponderEliminaré a moda actual de falar trocando acentuações e tempos verbais não tendo nada que ver com o novo acordo que ele faz gala em dizer que não subscreve
Pois olhe que ele escreve livros.
ResponderEliminarCumpts.
Afinal não me enganei.
ResponderEliminarDo prof. Adiano Moreira disse o Marcello Caetano que era um advogado não muito brilhante.
A prof. Maria do Carmo Vieira está carregada de razão, mas isto já não se endireita. O nosso léxico é diariamente povoado de barbarismos por bípedes que não cacarejam a custo meia dúzia de vocábulos portugueses. Isto está cada vez mais um crioulo do amaricano.
Cumpts.
Ele faz sempre muita gala.
ResponderEliminarCumpts.
Pois eu sei... tenho um cá em casa há uma eternidade. E apesar das boas críticas que ouvi (de gente em quem confio para escolher livros!) ainda não peguei no calhamaço. Mas prontoSS... vamos de mal a pior. Há lapsos que acontecem a todos (quem nunca pecou que atire a primeira pedra), mas uns há... que devem ter mais cuidado primeiro, com o que dizem devido à sua exposição e em segundo lugar com as críticas que fazem, pois sujeitam-se a que o cuspo lhe caia na cara, como é aqui o caso do senhor dos livros...
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