Pois mas o mal é que muitas "minorias" (e acho que os Tugas são a maioria), é que muitas vezes não respeitam os outros.
Já viu que mesmo com a crise, e o preço do petróleo, continuam a usar o carrinho para vir para as grandes cidades, mesmo tendo bons transportes públicos (porque existem alguns)?
Sim, já sei! Espeto-me contra qualquer coisa a ver se as moçoilas jeitosas que vêm lá em baixo me dão beijinhos nos dói-dóis! Afinal eles sabem-na toda!
Lol. Penso que não fui mal compreendido mas mesmo assim...Sou de Lisboa mas não vivo lá. Onde estou tb existe a moda das ciclovias (ainda bem), mas em zonas acidentadas não é fácil! Comentei, apenas porque achei hilariante chamar ciclovia, a um bocado de asfalto mal amanhado, ainda por cima junto à cidade universitária, nascente de, quem sabe, futuros ciclistas(está mais pra isso). Abraços
Se o Zé fizesse uma ciclovia impecável, iriam dizer que era cara e que até estava vazia. Se a coisa é mais simples, tem defeitos e por isso está vazia. Bom…não é fácil decidir neste país. Quanto a ciclovias – defendo as ciclovias enquanto não existir massa crítica para andar na rua, como prevê o código. Eu tenho medo de andar na estrada e apanhar com um carro em cima. Estas, embora com defeitos, são melhores que nada. É mais fácil andar naquele tapete de alcatrão do que no empedrado do passeio. E, curiosamente, os peões também parecem gostar. Ainda bem, serve mais gente. Quando houver mais ciclistas, la se terá que pensar no conflito.
E o tuga lá ia largar o pópó para andar de bicicleta...
ResponderEliminarClaro. Mas olhe lá os direitos das minorias...
ResponderEliminarCumpts.
Pois mas o mal é que muitas "minorias" (e acho que os Tugas são a maioria), é que muitas vezes não respeitam os outros.
ResponderEliminarJá viu que mesmo com a crise, e o preço do petróleo, continuam a usar o carrinho para vir para as grandes cidades, mesmo tendo bons transportes públicos (porque existem alguns)?
Inteiramente de acordo.
ResponderEliminarCumpts.
Como xiclista pergunto... Passo entre o velho e o poste, entre o poste e os pilares ou caio no buraco?
ResponderEliminarAbraços
Sim, já sei! Espeto-me contra qualquer coisa a ver se as moçoilas jeitosas que vêm lá em baixo me dão beijinhos nos dói-dóis!
ResponderEliminarAfinal eles sabem-na toda!
Como ciclista pode seguir pela estrada como código prevê.
ResponderEliminarCumpts.
Nem você imagina...
ResponderEliminarCumpts.
Lol. Penso que não fui mal compreendido mas mesmo assim...Sou de Lisboa mas não vivo lá. Onde estou tb existe a moda das ciclovias (ainda bem), mas em zonas acidentadas não é fácil! Comentei, apenas porque achei hilariante chamar ciclovia, a um bocado de asfalto mal amanhado, ainda por cima junto à cidade universitária, nascente de, quem sabe, futuros ciclistas(está mais pra isso). Abraços
ResponderEliminarMas é uma ciclovia bem iluminada.
ResponderEliminarA universidade é mais nascente agora é de canudos à bolonhesa.
Cumpts.
Se o Zé fizesse uma ciclovia impecável, iriam dizer que era cara e que até estava vazia. Se a coisa é mais simples, tem defeitos e por isso está vazia. Bom…não é fácil decidir neste país.
ResponderEliminarQuanto a ciclovias – defendo as ciclovias enquanto não existir massa crítica para andar na rua, como prevê o código. Eu tenho medo de andar na estrada e apanhar com um carro em cima. Estas, embora com defeitos, são melhores que nada. É mais fácil andar naquele tapete de alcatrão do que no empedrado do passeio. E, curiosamente, os peões também parecem gostar. Ainda bem, serve mais gente. Quando houver mais ciclistas, la se terá que pensar no conflito.