Nesta era superlativa as minhoquices mais simples tomam uma desproporção e um descaminho tais que chega a fazer aflição.
Sobre o deputado dos dedos leves apregoam já uns aos sete ventos que "ai a liberdade de imprensa!" e que violou a sagrada Constituição; outros gemem que, coitadinho, os jornalistas são umas pestes e estavam a judiar com o pobrezinho (admira-me como ainda não chamaram para aqui o bullying).
Ora as coisas são o que são e nada mais: um fulano, sem autorização, meteu ao bolso o que lhe não pertencia; merece 3 anos de cadeia, diz o Código Penal. Dúvidas só tenho se um apregoado 'fiel depositário' não será ele um receptador. O juiz que decida.
Quanto ao mais, parecem zaragateiras na praça.

F. A. F. da Silva Ferrão, Theoria do direito penal applicada ao codigo penal portuguez comparado com o codigo do Brazil, leis patrias, codigos e leis criminaes dos povos antigos e modernos, Lisboa, Typ. Universal, 1856-1857.
É por isso que os nossos políticos são imputáveis a penas até 3 anos de prisão...quando se prova que se corromperam...por vezes até chegam a ser indemnizados...
ResponderEliminarQualquer dia, e antevejo já não muito longe, mesmo respirar será um criem e atentado ao ar disponível para os outros cidadãos.
ResponderEliminarO mais sustentável é parar de respirar, sim. Os ambientalistas haviam de começar a dar esse exemplo.
ResponderEliminarCumpts.
Nenhum político da nossa praça, que eu veja, é imputável. Salvo o Salazar...
ResponderEliminarCumpts.