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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

5 andares na Casal Ribeiro é pouco

 Já me pareceu antes com umas casas na António Augusto de Aguiar... Até a Santa Casa parece especular da maneira mais ignóbil com imóveis em Lisboa. Que missão é afinal a da Misericórdia de Lisboa?
 Património da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Av. Casal Ribeiro, Lisboa (c) 2008

Avenida Casal Ribeiro, 53, Lisboa, 2008.

11 comentários:

  1. Não têm misericórdia pelo património, nem tão pouco pela população que supostamente servem...

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  2. Têm que arranjar fundos para financiarem causas sociais como o passeio do Sagres à volta do Mundo!

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  3. Bic Laranja21/1/10 11:41

    A coisa anda tão má quantos os mendigos a dormir pelas arcadas de Arroios ao Terreiro do Paço.
    Cumpts.

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  4. Bic Laranja21/1/10 11:43

    Parece-me isso uma causa de meter dó. Cumpts.

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  5. O problema, destas operações imobiliárias , é certamente que todo o nosso património vai a vida, mas se ao menos quando constroem prédios modernos que certamente são mais confortáveis que os antigos e sobretudo mais baratos ( porque o restauro é + complicado e necessita mão de obra qualificada) se eles tivessem a bondade de arranjar os passeios e as ruas, muita gente aceitava o modernismo que muitas vezes até tem coisas bonitas e bem feitas, mas não no nosso rectângulo é só encaixar para o bolso, depois a resposta popular é : " é assim o que é que se há de fazer" e as máfias agradecem o sofrimento em silencio do povo português, como disse Manuel Cajuda numa entrevista na Bola.

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  6. Isso é um dogma instituído....a reabilitação é mais barata!!! É também mais fácil mas menos rentável, pois os andares novos saem sempre mais em conta para os construtores... Aliás o rácio da reabilitação / construção nova na Europa é de 85 / 15 e verifica-se precisamente o contrário em Portugal... ou seja até ai estamos na cauda...

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  7. Faz sentido: arranjar é mais barato e mais fácil que demolir e fazer de raiz. Mas menos rendoso para o empreiteiro ou dono da obra. É a lógica do merceeiro antes do advento da civilização.
    Acontece que havia de somar-se nos custos desta contabilidade uma parcela avultada de valor histórico, cultural e artístico (dificilmente remível a patacas, bem sei) destruído. E ele há leis paras crimes, mas ninguém as aplica. Quem se lembra da casa do Garrett em Campo de Ourique que o ministro Pinho mercadejou avidamente.
    Cumpts.

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  8. Attenti al Gatti21/1/10 23:12

    Janelas abertas em pleno Inverno...deve ser golpe de Misericórdia.
    A.v.o.

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  9. Foi no Outono, mas dá no mesmo. Cumpts.

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  10. É caso para dizer: São muitos anos a fazer o bem… Não se sabe bem a quem! :-X
    E quem se recorda da bela casa junto ao Bairro Azul, que foi demolida pela “Santa”, e onde agora se ergue um belo mamarracho, com apartamentos para vender há séculos?
    Uma vergonha!...

    Abraço

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  11. Bic Laranja24/1/10 20:50

    Era um 'chalet', não era?
    Cumpts.

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