Já me pareceu antes com umas casas na António Augusto de Aguiar... Até a Santa Casa parece especular da maneira mais ignóbil com imóveis em Lisboa. Que missão é afinal a da Misericórdia de Lisboa?
Património da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Avenida Casal Ribeiro, 53, Lisboa, 2008.
Não têm misericórdia pelo património, nem tão pouco pela população que supostamente servem...
ResponderEliminarTêm que arranjar fundos para financiarem causas sociais como o passeio do Sagres à volta do Mundo!
ResponderEliminarA coisa anda tão má quantos os mendigos a dormir pelas arcadas de Arroios ao Terreiro do Paço.
ResponderEliminarCumpts.
Parece-me isso uma causa de meter dó. Cumpts.
ResponderEliminarO problema, destas operações imobiliárias , é certamente que todo o nosso património vai a vida, mas se ao menos quando constroem prédios modernos que certamente são mais confortáveis que os antigos e sobretudo mais baratos ( porque o restauro é + complicado e necessita mão de obra qualificada) se eles tivessem a bondade de arranjar os passeios e as ruas, muita gente aceitava o modernismo que muitas vezes até tem coisas bonitas e bem feitas, mas não no nosso rectângulo é só encaixar para o bolso, depois a resposta popular é : " é assim o que é que se há de fazer" e as máfias agradecem o sofrimento em silencio do povo português, como disse Manuel Cajuda numa entrevista na Bola.
ResponderEliminarIsso é um dogma instituído....a reabilitação é mais barata!!! É também mais fácil mas menos rentável, pois os andares novos saem sempre mais em conta para os construtores... Aliás o rácio da reabilitação / construção nova na Europa é de 85 / 15 e verifica-se precisamente o contrário em Portugal... ou seja até ai estamos na cauda...
ResponderEliminarFaz sentido: arranjar é mais barato e mais fácil que demolir e fazer de raiz. Mas menos rendoso para o empreiteiro ou dono da obra. É a lógica do merceeiro antes do advento da civilização.
ResponderEliminarAcontece que havia de somar-se nos custos desta contabilidade uma parcela avultada de valor histórico, cultural e artístico (dificilmente remível a patacas, bem sei) destruído. E ele há leis paras crimes, mas ninguém as aplica. Quem se lembra da casa do Garrett em Campo de Ourique que o ministro Pinho mercadejou avidamente.
Cumpts.
Janelas abertas em pleno Inverno...deve ser golpe de Misericórdia.
ResponderEliminarA.v.o.
Foi no Outono, mas dá no mesmo. Cumpts.
ResponderEliminarÉ caso para dizer: São muitos anos a fazer o bem… Não se sabe bem a quem! :-X
ResponderEliminarE quem se recorda da bela casa junto ao Bairro Azul, que foi demolida pela “Santa”, e onde agora se ergue um belo mamarracho, com apartamentos para vender há séculos?
Uma vergonha!...
Abraço
Era um 'chalet', não era?
ResponderEliminarCumpts.