A Janja, a neta da vizinha Vicência teve uma vez um cão muito dócil e bem comportado chamado Piruças. Sempre achei o nome bem escolhido, mas se fosse hoje talvez lhe pudesse também pôr George.
(Piruças/George figurado por Tobias, in Pregos no Prato, 12/1/2009.)
Bic, Piruças é uma delícia! Se alguma vez tiver um cão, o nome já está escolhido. :-)))))
ResponderEliminarGeorge, então, não... Cumpts. :)
ResponderEliminarA minha mulher não me deixou colocar o nome "Piruças" à nossa cadela. Parece que lá no norte a palavra significa homem com "ferramenta" curta...
ResponderEliminar:-)
Ora bem. Registo o regionalismo, que se não encontra nos dicionários. Cumpts.
ResponderEliminarFui ver a ligação e concordo em absoluto. O seu escrito, além de acertar no alvo, tem uma graça imensa. Piruças, ahahaha. Adorei. De facto este senhor Francisco George cujo nome recordei horas após ter enviado o comentário, é um autêntico poema (como se designavam antigamente, com alguma subtileza, as pessoas ultra ridículas).
ResponderEliminarEu escrevi que a "pandemia", que este senhor não se fartou de anunciar "estar a chegar a Portugal a qualquer momento"!, mal miou. Errado, ela nem sequer chegou a miar. Tal como a "epidemia" que ele afirmara a pés juntos e a cada hora, "já se encontrar entre nós"..., apenas baseado nas vulgares gripes que todos os anos pelo Inverno e desde sempre, se verificam em Portugal e no mundo. Isto tudo só para vender vacinas às centenas de milhar.
Só visto, contado ninguém acredita! Vamos lá ver qual a estirpe de que se revestirá o "novo vírus pandémico" deste ano, para ele conseguir impingir - com "sérias" ameaças à população de que uma nova "epidemia já se revelou em vários países da Europa e aproxima-se de Portugal a passos de gigante" - mais uns milhões de unidades da nova vacina (a juntar subreptìciamente às excedentes do ano passado, estas gratuitas..., quão altruístas eles são de facto!) aos papalvos. E o mais importante que já antevêem: os muitos milhões de dólares dados de mão beijada aos laboratórios norte-americanos e, como não, também aos nossos.
Recentemente começou muito devagarinho mais uma 'ameaça de epidemia', agora é a do Dengue..., (a altura do ano em que o mosquito resolveu 'atacar em força' sobretudo para este D.G.S. e para aqueles com ele conluiados, calha que nem ginjas doces) mas desta vez, vá lá!, foi no Arquipélago da Madeira. Porém com o tempo chegará ao Continente, isto se entretanto não acontecer cá um novo "surto gripal mortífero", consequência de um "vírus desconhecido" que irá provocar uma terrível pandemia, originário, agora não do México, mas, quem sabe?, da Colômbia, do Peru ou da Guatemala.
Maria
Ora bem!Nós aqui num (pattelin) insignificante gelado como tudo chamamos "zizi".Eu não sei fui para a tropa em Janeiro na Carregueira gelado como tudo com 45 kilos e um métro,62 magro como um "piruças"tinha-o sempre ao alcance da mão.Cumprimentos para todos e (todas)nada de confuçôes...ok.
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