Tenho a 2ª edição do primeiro volume da Lisboa Desaparecida. Se não me engano comprei primeiro uma 1ª edição, mas ofereci-a. A publicação da obra foi notícia de Telejornal, tenho impressão. Na época não havia nada que se parecesse e adquiri-la, desse por onde desse, tornou-se imperativo. Onde, nos meus parcos conhecimentos olisipográficos de então, poderia eu aprender sobre o que nem fazia ideia - a igreja do Socorro, o Arco do Marquês do Alegrete, o Passeio Público ou os cafés do Rossio? - Conhecia o Nicola, vá lá... Não me lembra como mas lá consegui desencantar os 3.900$00 que custava o livro. Quem muito se encantou com as novidades antigas da Lisboa Desaparecida foi a mãe dum moço amigo, senhora que muito estimava e estimo. Como estava ela prestes a fazer anos e ele sem saber que prenda dar propus oferecermos o livro entre os dois. Eu ao depois logo compraria outro para mim. E assim foi. Eu, pouco depois, consegui uma 2ª edição praticamente nova num alfarrábio da Calçada do Carmo por uns bastante razoáveis 2.730$00, que é a que conservo.
Isto para dizer que Lisboa Desaparecida é agora também um blogo da autora, Marina Tavares Dias. Nos primeiros verbetes encontrais outra história bem mais interessante sobre a 1ª edição da Lisboa Desaparecida.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Lisboa Desaparecida
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Tenho comprado todos os livros de Lisboa Desaparecida. (1-9)
ResponderEliminarNormalmente tudo o que a Marina Tavares Dias publica vou logo adquirir, sou um fã incondicional.
Cumprimentos
nos dias que correm cada volume custa sensivelmente 35 ou 40£
ResponderEliminarApesar de meritório, o trabalho de Marina Tavares Dias não foi original. Vários anos antes (1977) o Grupo IF realizou no Porto a exposição "Porto - Esquinas do tempo" onde se mostravam lado-a-lado as fotos antigas ee actuais de várias zonas do Porto.
ResponderEliminarO catálogo ainda pode ser encontrado em bons Alfarrabistas.
Recomendo vivamente
A "Bíblia" de quem gosta de Lisboa antiga.
ResponderEliminarTenho todos...mais os outros diversos da mesma autora sobre o assunto.
Marina Tavares Dias é única.
E talvez Lisboa ainda não a tenha reconhecido como devia.
Obrigado pela informação do blogue, não sabia.
Bom, muito bom.
ResponderEliminarO meu é da 9ª Edição, fui ver agora. Ainda me lembro de quando arranjei a colecção toda, espectacular!
O Lisboa 1900 é que me continua a escapar.
Grato pela sugestão. Cumpts.
ResponderEliminarSão sempre interessantes.
ResponderEliminarApesar do preço.
Cumpts. a ambos.
Das edições modernas, é verdade. Não me agradeça. Cumpts.
ResponderEliminarMuito bem.
ResponderEliminarCumpts.
.. também tenho. Primeiras edições ainda por cima :) e continuo a achar que mais e melhor continua a desaparecer, por vezes quase, quase sem darmos conta *
ResponderEliminarObrigada pela divulgação. Visitarei :)
Cumprimentos,
(Once)
É verdade. Os novos volumes deviam ser Lisboa muito mais Desaparecida. Cumpts.
ResponderEliminarPara os verdadeiros amantes de Lisboa, a obra resume-se numa palavra: Essencial.
ResponderEliminarAbraço
Isso mesmo. Cumpts.
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